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Retina e vítreo

Fotocoagulação a laser da retina em Curitiba

O Dr. Alexandre Grandinetti avalia a indicação de fotocoagulação a laser da retina em Curitiba, com atendimento no Batel. Um tratamento feito no consultório, em poucos minutos, que serve para impedir que uma alteração da retina evolua. Entenda quando ele é indicado, o que se sente e o que esperar depois.

Feito no consultórioAnestesia em colírio
Centro cirúrgico equipado para cirurgia de catarata por facoemulsificação

O que é a fotocoagulação a laser

A fotocoagulação usa um feixe de luz focado para produzir microcauterizações em pontos escolhidos da retina. Cada ponto é minúsculo e a aplicação é guiada pelo que o médico enxerga em tempo real.

Essas pequenas marcas fazem duas coisas, conforme o objetivo. Em volta de um rasgo na retina, criam uma cicatriz que cola a retina à parede do olho e impede que o líquido entre por ali — é a chamada barragem a laser. Em uma retina com falta de circulação, reduzem a área que estava pedindo vasos novos, e com isso os vasos anormais regridem.

As marcas, esbranquiçadas no primeiro momento, escurecem com o tempo. Elas ficam para sempre, e é justamente essa permanência que dá o efeito protetor.

Como é a sessão de laser

  1. Dilatação

    Colírios dilatam a pupila. Leve cerca de meia hora a mais na agenda só para essa etapa, e venha acompanhado: você sairá com a visão embaçada.

  2. Colírio anestésico e lente de contato

    O olho recebe colírio anestésico e o médico apoia uma lente de contato sobre ele, com um gel. A lente estabiliza o olho e permite enxergar a periferia da retina com precisão.

  3. A aplicação

    Você fica sentado, com o queixo apoiado, e vê clarões intensos a cada disparo. Alguns minutos costumam bastar em uma barragem de rotura; a panfotocoagulação é mais demorada.

  4. Uma ou mais sessões

    Tratamentos pequenos costumam ser resolvidos numa sessão. A panfotocoagulação é habitualmente dividida em mais de uma, para ser mais tolerável e para reduzir o inchaço da retina.

O que o laser faz e o que ele não faz

Este é o ponto que mais gera frustração, e ele precisa ficar claro antes do tratamento.

O laser estabiliza e previne piora. Ele sela roturas antes que virem descolamento e faz regredir vasos anormais antes que sangrem ou puxem a retina. O ganho é evitar uma perda futura.

O laser não devolve a visão já perdida. Ele não recupera células da retina que morreram, não desfaz uma cicatriz antiga e não melhora a visão que já estava reduzida antes da aplicação. Se a sua visão estava boa, o objetivo é mantê-la assim.

Também não substitui o controle da doença de base. Em quem tem diabetes, o laser trata o olho, mas o que muda o rumo a longo prazo é o controle da glicemia, da pressão e do colesterol.

Depois da aplicação

Não há curativo nem internação. Você vai para casa logo em seguida.

  • A visão fica embaçada por algumas horas, pela dilatação e pelo gel da lente. Não dirija na volta.
  • É comum sentir o olho irritado, com sensação de areia, e ficar sensível à luz no restante do dia. Óculos escuros ajudam.
  • Dor de cabeça leve depois de uma sessão longa acontece e costuma ceder com analgésico simples.
  • Você pode voltar às atividades normais no dia seguinte, salvo orientação diferente.
  • Volte ao retorno marcado: é nele que se confere se a área tratada cicatrizou bem e se falta completar alguma sessão.

Perguntas frequentes sobre a fotocoagulação

As aplicações pequenas costumam causar apenas um incômodo, com a sensação de um clarão forte. A panfotocoagulação pode ser desconfortável, com uma dor em ferroada ou uma dor profunda que irradia para a testa, e por isso é dividida em sessões. Avise se estiver doendo: a intensidade e o ritmo podem ser ajustados.

Não, e essa confusão é comum. A fotocoagulação trata a retina. A catarata é a opacificação do cristalino e se resolve com cirurgia. O laser que aparece na cirurgia de catarata a laser é o de femtossegundo, outro aparelho, com outra finalidade. Há ainda a capsulotomia YAG, um laser rápido feito quando a cápsula atrás da lente intraocular embaça depois da cirurgia.

Em geral, não. O objetivo é impedir a piora, não recuperar visão. É frequente enxergar um pouco pior nos primeiros dias, pelo inchaço da retina, e voltar ao patamar anterior depois.

Não. A pupila fica dilatada por horas e a visão embaçada, o que impede dirigir com segurança. Venha acompanhado e traga óculos escuros para a volta.

Depende da indicação. Selar uma rotura costuma ser resolvido de uma vez. A panfotocoagulação é planejada em mais de uma sessão, e pode precisar de complementos depois, conforme a retina responde.

Não. O laser trata o que existia naquele momento. Em doenças que seguem ativas, como a retinopatia diabética, novas áreas podem surgir. Por isso o acompanhamento com mapeamento de retina continua mesmo depois do tratamento.

Avaliação para laser da retina em Curitiba

Antes da fotocoagulação a laser em Curitiba, leve os exames de retina já realizados e esclareça quais áreas serão tratadas. A quantidade de sessões e os retornos variam conforme a doença e a resposta observada no acompanhamento.

O atendimento com o Dr. Alexandre Grandinetti é no Hospital de Olhos do Paraná, na Rua Coronel Dulcídio, 199, Batel. Veja como chegar e se preparar para a consulta.

Precisa de uma avaliação de retina?

A equipe orienta sobre o preparo do exame e sobre a necessidade de acompanhante. O atendimento é no Batel, em Curitiba.

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