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Rua Coronel Dulcídio, 199 — Batel, Curitiba/PR Segunda a sexta, das 8h30 às 18h
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Exames de retina

Tomografia de coerência óptica (OCT)

O exame responde ao que nenhuma foto de fundo de olho responde: como está a retina por dentro, camada por camada.

Não encosta no olhoSem contraste e sem agulhaMede mácula e nervo óptico
Sala de exames de retina com equipamentos de diagnóstico

O que é e para que serve

O OCT — sigla de optical coherence tomography, ou tomografia de coerência óptica — usa luz para fazer um corte da retina. Em vez de ver o fundo do olho de frente, como numa fotografia, você vê a retina em perfil, com as camadas empilhadas: a espessura de um bolo pelo lado cortado, e não a cobertura vista de cima.

Esse corte muda o que é possível perceber: líquido dentro ou sob a retina, um buraco na mácula, uma membrana sobre a superfície, o vítreo puxando um ponto. Além de mostrar, o aparelho mede: a espessura sai em micrômetros e permite comparar o exame de hoje com o de três meses atrás.

Por isso ele é central no acompanhamento da mácula e no glaucoma. Na mácula, diz se o tratamento funciona. No glaucoma, mede a camada de fibras nervosas do nervo óptico — o afinamento pode aparecer antes de o campo visual mostrar perda. O que ele não faz é alcançar a periferia, trabalho do mapeamento, nem mostrar a circulação, papel da angiografia.

Como é realizado

  1. Você se senta em frente ao aparelho

    Queixo e testa apoiados, como em outros exames de olho.

  2. Olhar fixo em um ponto de luz

    A única tarefa é manter o olhar em uma marca luminosa. Quanto mais firme, melhor a imagem.

  3. A captura, em segundos

    A varredura é feita com luz. Nada encosta no olho e não há agulha, contraste nem radiação.

  4. Dilatação, quando necessária

    Muitas vezes não é preciso dilatar. Se a pupila é pequena ou há catarata, o colírio melhora a captação — e aí entram 20 a 30 minutos de espera.

  5. Comparação com os exames anteriores

    Traga os exames anteriores: é a variação ao longo do tempo que orienta a conduta.

Preparo

O preparo se resume a chegar com tempo e trazer o histórico.

  • Traga os seus óculos e os exames de OCT anteriores.
  • Avise se tem dificuldade de manter o olho aberto ou de apoiar o queixo — a captura é adaptada.
  • Pergunte no agendamento se o seu exame será com dilatação: isso muda o tempo a reservar.
  • Não é preciso jejum nem suspender medicação: orientações específicas vêm da equipe no agendamento.

Perguntas frequentes sobre o OCT

Não. O aparelho trabalha à distância, com luz, e nada toca o olho. Não há agulha nem colírio anestésico. O mais incômodo é manter o olhar parado por alguns segundos.

Não. O OCT enxerga em profundidade uma região central, sobretudo a mácula e o nervo óptico; o mapeamento enxerga a retina inteira, inclusive a periferia. Um mostra profundidade, o outro extensão.

Sem dilatação, não: você sai enxergando normalmente e pode dirigir e trabalhar em seguida. Com dilatação, combine a volta com alguém, porque a visão fica embaçada por horas.

As imagens ficam prontas na captura. O que leva tempo é a leitura: o médico compara as medidas com os exames anteriores e com a sua queixa, em geral na própria consulta.

Não. Usa luz, não radiação, e pode ser repetido com a frequência que o acompanhamento exigir. É comparando medidas que se percebe se o tratamento funciona.

Precisa fazer um OCT de mácula ou de nervo óptico?

A equipe informa se o exame será com dilatação e quanto tempo reservar. O atendimento é no Batel, em Curitiba.

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