Ir para o conteúdo
Rua Coronel Dulcídio, 199 — Batel, Curitiba/PR Segunda a sexta, das 8h30 às 18h
(41) 99173-2025 CRM-PR 19.607 · RQE 14.308

Catarata

O que é catarata: avaliação com especialista em Curitiba

Entenda a catarata e conheça a avaliação com o Dr. Alexandre Grandinetti, médico oftalmologista com atendimento no Batel, em Curitiba. Catarata é a perda de transparência do cristalino, a lente natural que fica dentro do olho. Não é uma pele nem uma mancha na superfície: é a própria lente que vai ficando opaca.

Ambiente de atendimento para tratamentos de retina em Curitiba

O cristalino e o que muda quando ele fica opaco

Logo atrás da íris existe uma lente natural: o cristalino. Ele é transparente e ajuda a projetar uma imagem nítida na retina, no fundo do olho.

Ele é feito quase só de proteínas organizadas de um jeito muito preciso — é essa organização que o mantém transparente. Com as décadas, as proteínas se agrupam e a lente perde transparência, endurece e amarela. Essa perda de transparência é a catarata.

Por que a visão embaça

A luz que deveria atravessar limpa passa a ser espalhada dentro do olho. Em vez de um ponto nítido na retina, chega uma imagem com contraste reduzido — como olhar por um vidro fosco. Daí a queixa ser “está tudo sem definição”, e não “não enxergo”.

Por que os brilhos aumentam

A mesma opacidade espalha a luz de fontes pontuais: faróis, postes e lâmpadas ganham um halo em volta e chegam a ofuscar. Por isso muita gente percebe o problema primeiro dirigindo à noite.

Por que as cores mudam

O núcleo do cristalino amarela e passa a funcionar como um filtro: os azuis perdem intensidade e os brancos ficam com um tom de creme. A mudança é tão gradual que muitos só a percebem depois da cirurgia do primeiro olho, comparando os dois lados.

É um processo gradual

Na forma mais comum, a catarata acompanha o envelhecimento do cristalino e leva anos para se instalar. Aparece nos exames antes de incomodar, em geral nos dois olhos e em graus diferentes.

Dois mal-entendidos que atrasam o diagnóstico

“É aquela carne que cresce no olho”

Não. Essa é outra condição, o pterígio: um tecido que cresce na superfície do olho, da parte branca em direção à córnea, e que dá para ver no espelho. A catarata fica atrás da pupila e quase nunca é visível a olho nu — só o exame na lâmpada de fenda mostra.

“Vou trocar o grau que melhora”

No começo, melhora mesmo: a catarata muda o grau, e óculos novos recuperam parte da nitidez. Mas chega um ponto em que a dificuldade não vem do foco, e sim do espalhamento da luz — e isso nenhuma lente corrige. Quando o óculos novo já não resolve, vale investigar.

Tipos de catarata, em linguagem simples

No exame, o médico descreve onde está a opacidade e o quanto ela avançou — daí expressões como “catarata nuclear grau 2”. O tipo explica os sintomas e ajuda a planejar a cirurgia.

Nuclear

A opacidade começa no centro do cristalino, que endurece e amarela. É a forma mais ligada à idade: embaça a visão de longe e costuma deslocar o grau em direção à miopia.

Cortical

Opacidades em forma de raios surgem na borda do cristalino e avançam para o centro. Como ficam no caminho da luz que entra de lado, dão bastante ofuscamento e halos.

Subcapsular posterior

Uma placa opaca se forma atrás do cristalino, no eixo em que a luz é focada. Com luz forte e na leitura a pupila fecha e obriga a luz a passar exatamente por ali — daí o incômodo. Costuma evoluir mais rápido e é comum em diabetes e no uso de corticoide.

O tratamento é cirúrgico

Não existe colírio, vitamina ou exercício capaz de devolver a transparência a um cristalino já opaco. Também não há como “limpar” a lente: a cirurgia remove o cristalino e coloca no lugar uma lente intraocular, calculada para o seu olho.

Isso não significa operar agora. Enquanto a opacidade for discreta e não atrapalhar o que você faz, acompanhar é uma conduta legítima: o momento da cirurgia leva em conta o exame e, sobretudo, o impacto na sua rotina — assunto do diagnóstico e da avaliação da catarata.

A catarata não operada está entre as principais causas de perda visual e de cegueira evitável no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde. “Evitável” justamente porque existe tratamento — o problema é o acesso a ele.

Para entender o passo seguinte, veja como é a cirurgia de catarata e quais são os tipos de lentes intraoculares disponíveis.

Perguntas frequentes sobre a catarata

Não. Nenhum tratamento não cirúrgico demonstrou reverter a opacidade do cristalino. Controle do diabetes e proteção contra o sol ajudam a reduzir risco, mas não desfazem o que já se formou.

Não. O pterígio cresce na superfície do olho e é visível a olho nu; a catarata é a opacidade de uma lente interna. São condições diferentes, com cirurgias diferentes — a confusão é comum porque as duas se associam à exposição ao sol.

Quando está ligada à idade, ao diabetes ou ao corticoide, geralmente aparece nos dois — quase nunca no mesmo ritmo. Já a catarata causada por trauma, inflamação ou cirurgia prévia pode ficar restrita ao olho afetado.

As primeiras alterações aparecem no exame a partir da meia-idade, antes de causar sintomas; o incômodo que leva à cirurgia costuma surgir depois dos 60 anos. Diabetes, corticoide, trauma e fatores genéticos antecipam o quadro — inclusive na infância, na catarata congênita.

Sim, se não for tratada: a opacidade pode progredir até impedir a passagem da luz. A diferença é que aqui existe tratamento cirúrgico estabelecido.

Diagnóstico da catarata em Curitiba

A avaliação de catarata em Curitiba investiga se a opacidade do cristalino explica a dificuldade visual. Levar os óculos em uso e descrever os incômodos do dia a dia ajuda a orientar a consulta e o planejamento do cuidado.

O atendimento com o Dr. Alexandre Grandinetti é no Hospital de Olhos do Paraná, na Rua Coronel Dulcídio, 199, Batel. Veja como chegar e se preparar para a consulta.

Ficou com dúvida sobre o que você tem no olho?

O exame do cristalino e da retina esclarece se a queixa vem da catarata ou de outra causa. O atendimento é no Batel, em Curitiba.

WhatsApp Ligar