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Catarata

Especialista em catarata em Curitiba: diagnóstico e avaliação

Em Curitiba, o Dr. Alexandre Grandinetti avalia a catarata e sua relação com as queixas visuais, no consultório do Batel. Visão embaçada, faróis que incomodam à noite, grau dos óculos mudando sempre. Entenda o que costuma estar por trás disso e como é a avaliação.

Batel, CuritibaRetina, vítreo e catarataCRM-PR 19.607 · RQE 14.308
Sala de exames do consultório de retina em Curitiba

Quando a visão muda, o dia a dia muda junto

Quase ninguém chega ao consultório dizendo “acho que estou com catarata”. As pessoas contam outra coisa: dirigir à noite virou um incômodo, a placa da rua demora a ficar nítida, é preciso mais luz para ler e o branco da parede parece meio amarelado.

A catarata é isso: uma mudança lenta, de meses ou anos. Como os dois olhos raramente ficam iguais ao mesmo tempo, o cérebro compensa — e a queda de visão só fica evidente quando você tapa um olho por acaso.

O que costuma acender o alerta

  • Dirigir à noite: o farol em sentido contrário espalha a luz e “apaga” a estrada por alguns segundos.
  • Ler: a letra não fica nítida nem com óculos novos.
  • Halos e ofuscamento: lâmpadas e telas ganham um anel luminoso em volta.
  • Cores apagadas: azuis e brancos perdem vivacidade, como sob um filtro amarelado.
  • Troca de grau frequente: em pouco tempo o óculos recém-comprado já não serve.

Nada disso fecha um diagnóstico sozinho: embaçamento e ofuscamento também aparecem em olho seco, doenças da retina e glaucoma. Veja os sintomas da catarata, um a um.

O que é a catarata, em poucas palavras

Atrás da pupila existe uma lente natural, o cristalino, transparente, que ajuda a focar a imagem na retina. Com o tempo, as proteínas dessa lente se reorganizam e ela perde transparência. Essa perda de transparência é a catarata.

A luz, que antes atravessava limpa, passa a ser espalhada e filtrada. Daí as queixas clássicas: embaçamento, brilho excessivo e cores desbotadas.

A catarata não é uma “carne que cresce no olho” — isso é o pterígio, que fica na superfície. A catarata é interna e quase sempre invisível a olho nu.

Não existe colírio que devolva a transparência do cristalino: quando a opacidade atrapalha, o tratamento é cirúrgico. Entenda o que é a catarata e como ela se forma.

Na consulta

Como é a avaliação da catarata

A consulta confirma se a catarata explica o que você sente e reúne as medidas para planejar a cirurgia.

  1. Conversa e história clínica

    Quando a visão começou a mudar, o que ficou difícil de fazer, quais remédios você usa (corticoide entra aqui) e se há diabetes.

  2. Acuidade visual

    Quanto você enxerga de longe e de perto, com e sem correção. Muita gente enxerga bem na tabela e mal na rua, pelo ofuscamento.

  3. Refração

    A medida do grau, para saber se ainda há ganho com óculos novos e para registrar a miopização — a mudança de grau em direção à miopia, comum na catarata nuclear.

  4. Biomicroscopia na lâmpada de fenda

    O cristalino é observado com um feixe de luz e aumento. É aqui que se descreve o tipo de catarata e o quanto ela avançou.

  5. Medida da pressão intraocular

    Indispensável antes de qualquer cirurgia ocular. Aponta glaucoma, que pode coexistir com a catarata e muda a expectativa de visão.

  6. Mapeamento de retina sob dilatação

    Com a pupila dilatada, examinam-se retina e nervo óptico. É esta etapa que mostra se há alguma alteração limitando a visão por trás da catarata — ou seja, o que esperar depois da cirurgia. Veja o mapeamento de retina.

  7. Biometria ocular

    Mede o comprimento do olho e a curvatura da córnea para calcular o grau da lente intraocular: biometria óptica (interferometria) ou, se a opacidade for densa demais para a luz atravessar, ecobiometria ultrassônica.

  8. Exames de córnea, quando indicados

    Com astigmatismo importante, cirurgia refrativa prévia ou plano de lente tórica ou multifocal, entram topografia, tomografia de córnea e microscopia especular.

Quando a cirurgia costuma ser indicada

Nenhum número de acuidade visual obriga, sozinho, a operar. A decisão nasce de dois dados: o quanto a catarata aparece no exame e o quanto ela atrapalha a sua vida. Quem dirige à noite sente o problema muito antes de quem sai pouco de casa.

Sinais de que a conversa sobre cirurgia faz sentido

  • Atividades de que você gosta ficaram difíceis: dirigir, ler, costurar, reconhecer rostos.
  • O óculos novo não resolve mais, ou o grau muda a cada poucos meses.
  • O ofuscamento virou um problema de segurança.
  • A diferença entre os dois olhos ficou grande o bastante para incomodar.

Quando o exame pesa mais do que o sintoma

Às vezes a indicação não parte do desconforto. É o caso de quando a opacidade impede acompanhar uma doença de retina: em quem tem retinopatia diabética, não enxergar o fundo do olho atrasa o tratamento. Há também cataratas avançadas que interferem na pressão do olho.

O que a cirurgia resolve e o que não resolve

A cirurgia remove o cristalino opaco e coloca uma lente intraocular no lugar, devolvendo a transparência do caminho da luz. Ela não trata retina, nervo óptico nem córnea. Se o mapeamento mostrar uma degeneração macular, a visão pode melhorar e ainda assim não chegar onde chegaria num olho sem essa alteração.

Definida a indicação, veja como é a cirurgia e qual lente intraocular faz sentido.

Retrato do Dr. Alexandre Grandinetti, médico oftalmologista
Batel, CuritibaHospital de Olhos do Paraná

Quem conduz a avaliação

Dr. Alexandre Grandinetti é médico oftalmologista — CRM-PR 19.607, RQE 14.308. Graduado em Medicina pela UFPR, com residência em Oftalmologia no HC-UFPR, fellowship em Retina e Vítreo no Hospital de Olhos do Paraná e doutorado em Clínica Cirúrgica pela UFPR (2015).

A formação em retina muda a forma de avaliar uma catarata: o fundo de olho entra na conta desde a primeira consulta. Conheça a formação e a atuação do Dr. Alexandre Grandinetti.

Perguntas frequentes sobre o diagnóstico de catarata

Dá, e é o que se faz na maior parte do tempo: enquanto os sintomas são leves, bastam consultas periódicas com refração e exame do cristalino. O que não faz sentido é adiar a avaliação — sem exame não há como saber se a queixa vem da catarata.

Pela combinação dos exames: a lâmpada de fenda mostra se o cristalino está opaco; a refração diz se ainda há ganho com óculos; o mapeamento verifica retina e nervo óptico.

É recomendável. O colírio que dilata a pupila deixa a visão embaçada e a luz incômoda por algumas horas, e não é seguro dirigir nesse período.

Porque a lente intraocular corrige o caminho da luz, não a estrutura que recebe a imagem. Uma alteração na retina ou no nervo continuará lá depois da cirurgia, e saber disso antes permite falar de forma realista sobre o resultado.

Muda em dois pontos: o diabetes acelera o aparecimento da catarata; e a retina precisa ser avaliada com atenção redobrada, porque a retinopatia diabética influencia o resultado visual.

Varia. Em geral a primeira consulta já responde se há catarata e qual o tamanho do problema; as medidas para calcular a lente costumam ser feitas em outro momento.

Avaliação de catarata em Curitiba

Na avaliação de catarata em Curitiba, leve a receita dos óculos e os exames anteriores. Relate as dificuldades para ler, dirigir e realizar suas atividades: essas informações ajudam a discutir o momento da cirurgia.

O atendimento com o Dr. Alexandre Grandinetti é no Hospital de Olhos do Paraná, na Rua Coronel Dulcídio, 199, Batel. Veja como chegar e se preparar para a consulta.

Quer entender se o que você está sentindo é catarata?

A equipe ajuda a organizar a consulta e a orientar sobre os exames. O atendimento é no Batel, em Curitiba.

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