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Rua Coronel Dulcídio, 199 — Batel, Curitiba/PR Segunda a sexta, das 8h30 às 18h
(41) 99173-2025 CRM-PR 19.607 · RQE 14.308

Estrutura

O centro cirúrgico oftalmológico

As cirurgias de retina e de catarata são realizadas no Hospital de Olhos do Paraná, no Batel, em Curitiba — no mesmo endereço do consultório e dos exames.

Mesmo endereço do consultórioNa maior parte dos casos, alta no mesmo diaEquipe cirúrgica e anestesista
Sala do centro cirúrgico com o laser de femtossegundo usado na cirurgia de catarata
Sala do centro cirúrgico oftalmológico preparada, com microscópio cirúrgico e maca
Batel, CuritibaHospital de Olhos do Paraná

Consulta, exames e cirurgia no mesmo endereço

O centro cirúrgico fica no Hospital de Olhos do Paraná, na Rua Coronel Dulcídio, 199, Batel, em Curitiba — o mesmo endereço do consultório e da sala de exames. Não há outro prédio a procurar no dia da cirurgia.

Quem indicou a cirurgia é quem a realiza, com os seus exames já no mesmo lugar e a mesma equipe acompanhando o caso da avaliação ao pós-operatório. O retorno também acontece ali.

É um ambiente hospitalar com controle de esterilização, enfermagem treinada em oftalmologia, anestesiologista e área de recuperação — a estrutura que permite operar tanto uma catarata de rotina quanto um descolamento de retina que não pode esperar.

O que a tecnologia muda para você

Sem números de catálogo: o que interessa é o que cada recurso muda para você.

Vitrectomia por pequenas incisões

A vitrectomia remove o vítreo, o gel transparente que preenche o olho, para alcançar e tratar a retina. Hoje é feita por incisões muito pequenas, o que costuma significar um procedimento menos agressivo para a superfície do olho e um pós-operatório mais confortável. Dependendo do caso, o cirurgião pode dar um ou mais pontos ao final — é decisão de sala, não falha.

Facoemulsificação na cirurgia de catarata

Na catarata, o cristalino opaco é fragmentado por ultrassom e aspirado por uma incisão pequena, e no lugar dele entra uma lente intraocular. É o princípio da facoemulsificação, e é por causa dele que a cirurgia deixou de exigir pontos grandes e semanas de repouso.

Visualização digital

Parte das cirurgias de retina é feita com visualização digital: em vez de olhar pelas oculares do microscópio, a equipe acompanha a cirurgia ampliada em uma tela. Isso permite operar com menos luz dentro do olho e deixa toda a equipe vendo a mesma imagem, o que ajuda na coordenação.

Equipamento nenhum opera sozinho: o que define o resultado é a indicação correta, a condição do seu olho e a execução. Por isso esta página não promete desfecho.

Como é o dia da cirurgia

  1. Jejum e orientações prévias

    Dias antes, você recebe as orientações por escrito: tempo de jejum, quais medicamentos manter e quais colírios começar. Em caso de dúvida, pergunte antes do dia.

  2. Chegada e conferência

    A equipe confere seus dados, o olho a ser operado e o procedimento previsto, mede sinais vitais e inicia a dilatação da pupila quando necessária. Essa conferência é repetida mais de uma vez, de propósito.

  3. Anestesia

    Na maior parte dos casos, anestesia local com sedação: o olho é anestesiado e você fica relaxado e sonolento, sem dor e sem precisar de anestesia geral. O anestesista avalia você antes e define a melhor opção.

  4. O procedimento

    Você fica deitado, com o rosto coberto por um campo estéril e oxigênio próximo ao nariz. Não se enxerga a cirurgia: o que se percebe é luz e, às vezes, movimento.

  5. Recuperação e alta

    Você fica em observação até estar desperto e estável. Na maior parte dos casos a alta acontece no mesmo dia, com o olho protegido e as orientações por escrito.

  6. Primeira revisão

    Costuma ser já no dia seguinte, quando o curativo é retirado e o olho examinado. Depois vêm os retornos programados, que variam conforme a cirurgia.

Quem e o que está na sala

A equipe

Cirurgião, auxiliar, instrumentador, enfermagem treinada em oftalmologia e anestesiologista. Cada função tem sua conferência antes de a cirurgia começar.

Anestesia

Avaliação pré-anestésica, escolha da técnica caso a caso e acompanhamento do início ao fim. Avise sobre alergias, cirurgias anteriores e os medicamentos que usa.

Monitorização

Pressão arterial, frequência cardíaca e oxigenação acompanhadas durante o procedimento e na sala de recuperação, até a alta.

Material e esterilização

Ambiente hospitalar com fluxo de esterilização, material específico para cada procedimento e insumos de uso único quando indicado.

O centro cirúrgico por dentro

Salas e equipamentos usados nas cirurgias de retina e de catarata.

Sala cirúrgica montada, com microscópio posicionado sobre a mesa de operação
Sala cirúrgica preparada
Vista da estrutura do centro cirúrgico, com bancada e equipamentos de apoio
Estrutura de apoio
Cirurgia de retina conduzida com sistema de visualização 3D, com a imagem projetada na tela
Cirurgia com visualização 3D
Sala montada para cirurgia de vitrectomia, com equipamento de corte e infusão
Montagem para vitrectomia
Sala montada para cirurgia de catarata, com o equipamento de facoemulsificação
Montagem para catarata

Perguntas frequentes sobre a cirurgia

Durante o procedimento, não: o olho é anestesiado e, na maior parte dos casos, há sedação. Depois, é comum sentir o olho arenoso ou lacrimejando por alguns dias, desconforto que costuma ser controlado com o que for prescrito. Dor forte e crescente não é esperada — se acontecer, procure a equipe.

Varia conforme o procedimento: uma catarata sem complicações costuma ser bem mais rápida que uma vitrectomia por descolamento de retina. Mais importante que a duração é reservar o dia — entre chegada, preparo, cirurgia e recuperação, a permanência é sempre maior que o tempo de sala.

A maior parte das cirurgias oftalmológicas é feita em regime de permanência curta, sem internação de vários dias. O regime exato depende do procedimento e das suas condições de saúde, e é definido no preparo.

Na maior parte dos casos, sim, depois da observação na sala de recuperação. Como você não pode dirigir após a sedação e sai com o olho protegido, a volta para casa precisa estar organizada antes.

Sim. Por causa da sedação e do curativo, é preciso um adulto responsável para levar você para casa e ficar com você nas primeiras horas. Essa pessoa também ouve as orientações do pós-operatório — no dia da cirurgia, ninguém retém tudo o que foi dito.

Avise a equipe e não suspenda o medicamento por conta própria. Anticoagulantes e antiagregantes são prescritos por um motivo, e interromper sozinho pode ser mais perigoso que operar em uso deles. Muitas cirurgias oftalmológicas podem ser feitas sem suspensão. Qualquer ajuste é decidido em conjunto pelo cirurgião, pelo anestesista e pelo médico que prescreveu — a mesma regra vale para remédios de pressão, diabetes e insulina no dia do jejum.

Tem uma cirurgia indicada e quer uma avaliação?

A equipe orienta sobre os exames, o preparo e os retornos. O atendimento e as cirurgias são no Batel, em Curitiba.

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