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Injeção intravítrea em Curitiba

Injeção intravítrea em Curitiba

A injeção intravítrea foi criada para combater o surgimento de neovasos oculares, que se proliferam no interior ocular causando graus variados de danos à retina e também dificuldades de visão. Além disso, a proliferação dos neovasos pode causas descolamento de retina, causando cegueira.

A terapia consiste em aplicar medicamentos no humor vítreo através de injeção evitando assim o surgimento e proliferação dos neovasos.

As injeções intravítreas são utilizadas principalmente em casos de:

  • DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade)
  • Retinopatia Diabética

Tratamento de DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade) em Curitiba

Trata-se de uma condição na qual ocorre o desgaste das células fotorreceptoras da mácula, situada no centro da retina. É responsável por formar os detalhes das imagens que vão para o cérebro. Esta doença costuma ser causada pela idade, mas fatores como obesidade, hipertensão, genética, hábitos alimentares e tabagismo podem contribuir para o surgimento precoce da doença.

A DMRI ainda se manifesta de duas formas, sendo a DMRI seca e úmida.  Clique aqui para saber mais sobre o que é e formas tratamento da DMRI em Curitiba

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Tratamento da Retinopatia Diabética em Curitiba

A diabetes é uma doença que pode afetar também a mácula ocular causando a Retinopatia Diabética, a doença ocorre devido ao não controle dos níveis de açúcar no sangue em portadores de diabetes.

Pacientes com diabetes devem visitar um retinólogo com frequência para realizar exames de rotina, uma vez que a retinopatia diabética age de forma silenciosa e pode causar cegueira irreversível.

Especialista em Injeção intravítrea em Curitiba

Se você deseja saber mais sobre os tratamentos com injeção intravítrea em Curitiba, entre em contato com Dr. Alexandre Grandinetti, profissional especialista em injeção intravítrea e tratamento de doenças de retina em Curitiba.

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Tratamento de Descolamento de Retina em Curitiba: Descolamento de Retina é um Problema?

O descolamento de retina não é um problema muito habitual, mas é possível que ocorra com qualquer um. Claro que alguns grupos possuem maiores chances de desenvolver essa condição, como os idosos e pessoas que já apresentam alguma outra situação especial, como, por exemplo, os diabéticos.

Porém mesmo em pessoas saudáveis pode se manifestar, como no caso de um trauma (batida) que venha a favorecer a ocorrência do descolamento da retina. Por isso é fundamental ficar atento aos principais sintomas como:

  • Flashes na visão;
  • Mancha escura na visão;
  • Escurecimento da visão;
  • Manchas vermelhas no campo visual;
  • Moscas volantes em excesso,
  • Pequenos pontos escuros no campo visual.

 

Tratamento de Descolamento de Retina em Curitiba

O tratamento emergencial para descolamento de retina em Curitiba pode ser realizado com o Dr. Alexandre Grandinetti, entre em contato através dos dados abaixo:

Dr. Alexandre Grandinetti – Especialista em Cirurgia de Catarata, Retina e Vítreo CRM 19.607

Telefone: (41) 3310-4284

Whatsapp: (41) 99173-2025

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Vitrectomia em Curitiba: Cirurgia de Retina

A vitrectomia é um método cirúrgico utilizado para tratar doenças da retina.

Essa cirurgia consiste em remover o corpo vítreo do olho, para poder realizar o tratamento de descolamento de retina, buraco macular, oclusões venosas, retinopatia diabética avançada, entre outros.

Como é a cirurgia de Vitrectomia em Curitiba ?

Na cirurgia de vitrectomia em Curitiba são utilizados equipamentos altamente tecnológicos para remover o líquido que preenche o olho, retirando o líquido chamado de humor vítreo, pode-se realizar os procedimentos necessários para tratar das doenças da retina.

Esse procedimento necessita do uso de equipamentos de tecnologia avançada e de uma equipe especializada para o tratamento. Há diversas formas de aplicar a vitrectomia, sendo que cada uma delas vai variar de acordo com o caso da pessoa. Geralmente, a cirurgia é feita com anestesia local, e o pós-operatório vai depender de cada situação.

A vitrectomia para remover a Hemorragia vítrea é um tratamento a laser durante o procedimento cirúrgico de retina, usualmente na retinopatia diabética, e outras doenças.

Os equipamentos usados são minúsculos e não geram danos ao globo ocular, por esse motivo o retinólogo em Curitiba, Dr. Alexandre Grandinetti, utiliza alta tecnologia no centro cirúrgico, garantindo mais segurança aos pacientes.

O Dr. Alexandre Grandinetti, retinólogo em Curitiba, acompanha todas as inovações e busca trazer os melhores resultados para os pacientes. Além de se manter atualizado, e promovendo o melhor tratamento disponível do mundo.

 

 

 

 

 

 

exames oftalmologicos e de retina em curitiba

Exames de Retina e Oftlamológicos em Curitiba

É possível a realização de diversos exames oftalmológicos a fim de diagnosticar e prevenir doenças da retina. Acompanhe  abaixo os exames que podem ser realizados com o Dr. Alexandre Grandinetti em Curitiba.

Exame de Angiografia Digital de Retina em Curitiba

Esse exame é feito utilizando um contraste endovenoso (fluoraceína sódica) que permite observar a perfusão, além de mudanças vasculares da retina.

Pacientes com retinopatia diabética, alterações da mácula e na retina por hipertensão, tumores oculares e trombose são indicados para realizar esse exame.

Exame de Campo Visual Computadorizado em Curitiba

Neste exame, a campimetria computadorizada faz a avaliação dos defeitos do campo visual e escotomas, que são áreas sem visão.

É essencial no diagnóstico e acompanhamento do glaucoma, doenças retinianas e neurológicas.

Exame de Ecobiometria por interferometria: LENSTAR em Curitiba

Exame em que se utiliza o ultrassom para medir o tamanho do olho, e realiza o cálculo da lente intraocular que vai substituir o cristalino no procedimento cirúrgico de catarata.

Exame de Ecobiometria Ultrassônica em Curitiba

É um dos exames mais modernos, e que tem precisão que usa a interferometria a laser para calcular a lente intra-ocular para fazer a substituição do cristalino na cirurgia de catarata.

Exame de Ecografia Ocular em Curitiba

Exame de imagem que usa ondas sonoras de alta frequência para avaliar as estruturas e alterações na órbita e no globo ocular.

Geralmente, o médico solicita quando há opacidades da córnea ou cristalino que não possibilitam a visualização direta da retina, e para fazer a avaliação dos casos de descolamento da retina e tumores intra-oculares.

Exame de Mapeamento de Retina em Curitiba

O exame para mapear a retina é complementar, realizado com a dilatação da pupila em que são avaliadas todo o fundo do olho e das suas estruturas.

Exame de Microscopia Especular de Córnea em Curitiba

Esse exame permite avaliar qualitativa e quantitativa do endotélio corneano.

Exame de Paquimetria Ocular em Curitiba

Esse exame permite medir a espessura da córnea.

Exame de Tomografia Corneana – PENTACAM em Curitiba

Exame que possibilita a avaliação tri-dimensional da córnea. Possibilita o cálculo do mapa paquimétrico, permitindo a caracterização com detalhes da arquitetura, com avaliação tanto das faces e posterior.

Costuma se realizar antes de cirurgias refrativas a laser e ajuda a analisar doenças da córnea, como o ceratocone. Pode ser usado também para quantificar e fazer a detecção do grau de catarata.

Exame de Tomografia de Coerência Óptica em Curitiba

É um exame de alta tecnologia, não invasivo, que possibilita o diagnóstico com uma precisão alta de doenças da retina, nervo óptico e do vítreo.

Por meio deste exame há possibilidade medidas muito precisas da espessura da retina podem ser obtidas, e fazer o diagnóstico de doenças que não podem ser visualizadas no exame de mapeamento de retina, como por exemplo, doenças degenerativas da mácula no início.

Ajuda também a avaliar a escavação do nervo óptico em pessoas que têm glaucoma.

É uma ótima alternativa para pacientes que não podem se submeter a exames feitos utilizando contraste endovenoso.

Exame de Topografia de Córnea em Curitiba

É um exame que faz a análise do relevo corneano, mapeando a superfície da córnea e suas irregularidades desde o centro até a periferia, e estabelece a curvatura corneana anterior.

 

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Tratamento de catarata congênita e durante a infância em Curitiba

Qualquer opacificação do cristalino é chamada de catarata. O cristalino pode ser definido como uma lente natural do olho, podendo facilmente ser percebido um prejuízo visual que a catarata pode ocasionar.

A catarata é uma alteração típica na idade mais avançada, e ocorre de forma natural pelo da exposição da luz prolongada. Porém, pode surgir em qualquer idade.

A catarata pode se apresentar em crianças ao nascer, que é chamada de catarata congênita, ou até mesmo desenvolver durante a infância (catarata infantil ou juvenil). Nessas situações, é comum que estejam associadas a outras doenças.

A avaliação e o tratamento da catarata infantil e adulta são completamente diferentes. A forma mais grave da catarata é a infantil, porque ela tem um potencial para impedir o desenvolvimento normal da visão.

A catarata congênita pode provar uma obstrução do eixo visual, e isso implica sempre em uma intervenção rápida, preferencialmente entre o primeiro e o segundo mês de vida. É neste período que o córtex cerebral desenvolve toda a sua funcionalidade. Se a imagem que chega para a criança nos primeiros meses de vida for de baixa qualidade, a visão cerebral vai ficar prejudicada de forma grave e pode ser irreversível.

A catarata congênita é muito frequente? É uma causa importante de cegueira?

A catarata congênita tem uma incidência de 1,2 a 5 pessoas em 10.000, e é responsável por 5 a 20% dos casos de cegueira em todo o mundo, e por os 10% de todos os casos de cegueira de crianças. Em cerca de 64% dos casos, essa catarata está presente nos dois olhos.

Não é possível saber a causa após a investigação clínica rigorosa em quase dois terços dos casos (cerca de 63%) de catarata congênita.

Existe uma causa genética em 29% dos casos, e podem ser hereditárias ou estarem associadas a síndromes e/ou anomalias cromossômicas. As infecções intra-uterinas, de forma especial a rubéola, podem também ocasionar a catarata congênita.

Essa doença pode ainda se associar a outras anomalias oculares, como por exemplo, a aniridia, a persistência da vascularização fetal e os colobomas.

As principais causas da catarata na infância são:

  • Metabólicas: galactosemia, deficiência de Galactokinase, Hipocalcemia, Hiplogicemia, Manosidose e Hiperferritenemia;
  • Anomalias Sistêmicas: Trissomia 21, Síndrome de Turner, Trissomia 13, Trissomia 18 e Síndrome “Cri du chat”;
  • Síndromes dismórficos: síndrome de NanceHoran, Síndrome de Hallermann-Strieff, Síndrome de Lowe, Síndrome de Conradi (condrodisplasiarizomélica), Doenças do peroxissoma, Síndrome Martsolf e Síndrome COFS;
  • Infecções Intra-Uterinas: Toxoplasmose, CMV, Herpes, Sífilis e rebéola.

A catarata pode ser detectada através do reflexo vermelho dos olhos. Por causa de uma alteração do aspecto róseo e uniforme do reflexo, a criança deve ser levada com urgência em Curitiba.

Essa alteração do reflexo vermelho vai depender da morfologia da catarata, que tem um largo espectro de apresentação. Essa alteração vai desde uma pequena opacidade da cápsula anterior ( uma pequena mancha do reflexo) até ficar totalmente opaco ( a ausência do reflexo ou leucocória se a opacidade ficar com um aspecto branco). Quanto mais posterior e/ou maior for a opacificação do cristalino, maior vai ser a repercussão funcional e mais urgente deve ser a intervenção do especialista em catarata em Curitiba.

TRATAMENTO DA CATARATA EM CURITIBA

O tratamento da catarata vai depender da repercussão funcional da catarata. Caso haja uma diminuição importante da acuidade visual por obstrução importante do eixo visual, o tratamento deve ser cirúrgico, e deve ser feito mais precocemente possível, antes que seja instalado o nistagmo e o estrabismo.

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Descolamento de Retina em Curitiba: o que é, causas e tratamento

Saiba mais sobre o que é descolamento de retina, quais são os sintomas, as causas e como se deve tratar!

A membrana que recobre o interior dos olhos com células fotossensíveis é chamada de retina. Elas fazem a transformação do estímulo luminoso em sinais elétricos pelo nervo óptico. Não existe outra estrutura que faça a fixação da retina ao globo ocular, somente o vítreo, que é uma solução gelatinosa que faz o preenchimento de todo o olho, incluindo a sua forma esférica. Por causa disso, a saúde da retina é essencial para se ter uma boa visão durante toda a vida. Entenda mais sobre esse assunto!

O que é e como saber que a retina descolou?

O descolamento da retina pode ser explicado de forma literal: ocorre quando a retina se desprende do globo ocular, e esse rompimento reage imediatamente no corpo. Caso haja suspeitas de descolamento de retina é essencial procurar um especialista em descolamento de retina com urgência. Isso acontece, porque com a ausência da proteção e da nutrição fornecidas pelo vítreo, as células dessa membrana começam a se degenerar. Essa degeneração pode permanecer e ter uma evolução para a perda de visão, sem um tratamento de emergência.

É raro que a retina descolada cause dor, pois geralmente os sintomas desse descolamento de retina são visão embaçada ou turva, sensação de existem insetos voando diante dos olhos, flashes de luz e até mesmo a perda súbita de visão. Busque descrever os sintomas de forma correta, principalmente caso a dificuldade em enxergar ocorrer em regiões especificas, como na periferia da visão. Isso facilita na identificação do local do desprendimento da retina. O Dr. Alexandre Grandinetti, especialista em descolamento de retina em Curitiba, fará um exame clínico completo para fazer o tratamento de retina correto.

Quais são as causas e como tratar o descolamento de retina?

São várias as causas do descolamento de retina. Isso pode acontecer por causa de uma ruptura do vítreo, que separa a retina da estrutura que a sustenta; aumento da fluidez do vítreo por causa da idade; traumas e tração no local da retina; além de condições inflamatórias e tumores. Há alguns fatores que podem aumentar o risco de descolar a retina, além dessas causas. E o envelhecimento é um dos principais fatores, porque é um problema bem comum entre pessoas de 40 anos ou mais.

Outros fatores de risco:

  • descolamento da retina anteriormente em um dos olhos;
  • ter o histórico familiar de retina descolada;
  • miopia extrema;
  • efeito colateral de cirurgia dos olhos;
  • traumas ou lesões graves nos olhos;
  • desordem ou doença ocular.

Tratamento de descolamento de retina em Curitiba

Após o diagnóstico, o Dr. Alexandre Grandinetti, médico oftalmologista poderá fazer a recomendação do tratamento adequado segundo a gravidade e a extensão do descolamento de retina. Quando não ocorrer a infiltração do vítreo, há recursos terapêuticos que podem ajudar no tratamento de descolamento de retina.

Esses recursos são: fotocoagulação com laser e a criopexia, que ajudam no acondicionamento da retina na sua posição original. Para situações mais graves são indicadas as cirurgias, que procuram vedar o espaço que existe no vítreo. Elas são retinopatia pneumática, a retinopexia e a vitreoctomia. Para todos os pacientes, o resultado final é recuperar a visão da pessoa e devolver a qualidade de vida dela.

Agora que você sabe melhor sobre o que é o descolamento de retina, é importante lembrar que você deve visitar um médico oftalmologista com frequência. Afinal, fazer um acompanhamento regular possibilita o diagnóstico precoce de várias doenças que atingem os olhos.

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Tratamento da Degeneração Macular de Retina em Curitiba: DMRI tem cura?

Após os 50 anos de idade, é essencial que com frequência seja realizado um acompanhamento com oftalmologista. Além disso, também se faz necessário que as pessoas realizem exames de fundo de olho, que permitam o diagnóstico de doenças como a Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI).

De acordo com o Dr. Alexandre Grandinetti, retinólogo em Curitiba especialista em DMRI, essa doença acomete na maioria das vezes, pacientes com mais de 50 anos. O especialista em DMRI, explica que essa doença afeta a mácula, que é uma região central da retina e é responsável por formar a visão. Por isso, a doença gera uma perda significativa da acuidade visual, o que compromete a qualidade de vida da pessoa.

A DMRI não tem uma causa específica, mas pessoas que são fumantes e com casos na família possuem maiores chances de desenvolverem essa doença. É fundamental que o diagnóstico precoce da DMRI, porque nos últimos anos, a medicina avançou consideravelmente que possibilitam a estabilização, até a neutralização do avanço da doença.

DMRI seca

Essa DMRI corresponde a maioria dos casos, cerca de 90%. A progressão dessa doença é lenta, e as células que estão presentes na mácula se degeneram com o passar do tempo, o que ocasiona a perda parcial ou total da visão.

Ela não tem cura, e o tratamento da degeneração macular de retina ainda não conseguiu alcançar resultados eficientes. Há, porém, vários estudos em andamento e acredita-se que logo vai surgir um tratamento eficaz.

DMRI úmida ou exsudativa

Essa DMRI está presente em só 10 % dos casos, e é forma da DMRI mais agressiva. A sua evolução é bem rápida, assim como a percepção dos sintomas. Pode acontecer de o paciente perder a sua visão total ou a visão central. Ela tem como características o crescimento anormal dos vasos no fundo do olho, a produção de líquidos e hemorragias, fatos que geram a degeneração de células que são fundamentais para a visão.

A aplicação de medicamentos, também conhecidos como antiangiogênicos, é o tratamento mais eficiente para a DMRI exsudativa. Eles impedem o crescimento de vasos anormais e têm a capacidade de estabilizar a doença. Em vários casos, as pessoas notam que há uma melhora na visão.

SEM CURA

A D não possui cura, porém os tratamentos de DMRI em Curitiba disponíveis são animadores, considerando que eles controlam a Degeneração Macular Relacionada à Idade e ajudam a ter uma visão melhor. Os resultados vão variar de caso em caso, e quanto mais o número de aplicações das injeções, maiores são as chances de recuperação.

Segundo o Dr. AleexandreGrandinetti, especialista em DMRI em Curitiba, o desenvolvimento de novos métodos e tratamento estão evoluindo constantemente. Mas, é necessário prevenir e diagnosticas precocemente do que aguardar por novos tratamentos.

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10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Retinopatia Diabética

A retinopatia diabética é uma doença que acontece quando há o excesso de glicose no sangue e acaba danificando os vasos sanguíneos dentro da retina. Se o paciente não procurar tratamento, a visão pode acabar ficando muito comprometida.

Saiba mais sobre as 10 informações sobre a retinopatia abaixo:

1: A retinopatia diabética pode aparecer e o paciente não notar diferença na sua visão. Mas, com o decorrer do tempo, a visão pode piorar, e levar a cegueira, se não for tratada.

2: Essa retinopatia possui quatro fases:

Fase Inicial – é não proliferativa, e nela ocorrem os microaneurismas, que são áreas pequenas de dilatação dos vasos pequenos da retina;

Fase Moderada – é não proliferativa, e nessa fase alguns vasos são bloqueados;

Fase Severa – é não proliferativa, e nessa fase mais vasos sanguíneos são bloqueados, muitas regiões da retina não recebem mais sangue. Por isso, essas regiões não recebem oxigênio suficientes e enviam avisos ao organismo para a formação de novos vasos para a sua nutrição (neovascularização); e

Retinopatia Proliferativa – é conhecida como a fase mais avançada dessa doença. A retina envia sinais para que haja uma melhor circulação de sangue. Isso faz com que aumente a quantidade de vasos sanguíneos defeituosos e frágeis.

3: A existência dos vasos sanguíneos com defeito não provoca sintomas ou perda de visão. Como têm paredes frágeis, podem acabar se rompendo e espalhando sangue pela cavidade vítrea. Isso sim, pode acabar resultando na perda da visão.

4: Todo paciente com diabetes tipo 1 ou 2 deve fazer o exame de fundo de olho ao menos uma vez no ano e manter controlado os níveis glicêmicos para evitar os problemas de visão.

5: Os cuidados devem ser com a visão devem ser mais intensos na gravidez. As gestantes com diabetes necessitam fazer um exame de fundo de olho pelo menos a cada trimestre gestacional para proteger a vista.

6: A retinopatia geralmente não apresenta sintomas. Porém, ao ocorrer a hemorragia vítrea, a pessoa pode ver alguns pontos de sangue ou até mesmo manchas flutuantes na visão. Procure o oftalmologista Dr. Alexandre Grandinetti em Curitiba ao primeiro sinal de visão borrada.

7: Não é necessário nenhum tratamento oftalmológico durante as três primeiras fases da retinopatia diabética, com exceção de quando há edema macular. Contudo, pode ser feita a fotocoagulação parcial na fase 3 muitas vezes.

8: O tratamento da retinopatia proliferativa é feito com panfotocoagulação a laser. Nele, as áreas sem oxigenação e os vasos sanguíneos neoformados são fotocoagulados. É normal que seja necessário duas ou mais sessões de aplicação a laser. Se houver uma hemorragia severa, talvez seja preciso de uma cirurgia que é chamada de vitrectomia para ser feita a remoção do sangue do olho.

9: O órgão que gerencia e apoia pesquisas que possuem o objetivo de encontrar métodos novos de diagnóstico, tratamento e da prevenção da perda de visão em pessoas com diabetes é o National Eye Institute (NEI). Há pesquisas sobre medicação que pode impedir a retina de mandar sinais para o corpo, evitando, dessa forma, a neovascularização retiniana.

10: Para prevenir a retinopatia diabética a melhor forma é mante os níveis de glicemia controlados. E, é necessário manter a pressão arterial controlada e as taxas de colesterol. Tudo isso auxilia a proteger os olhos e a saúde como um todo.

Tratamento da Retinopatia Diabética em Curitiba

Para maiores informações, clique no link acima ou entre em contato com o Dr. Alexandre Grandinetti, especialista em Doenças de Retina em Curitiba.

 

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Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI): O que é, causas, sintomas e tratamento em Curitiba

Entenda o que é Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), qual o seu diagnóstico e o tratamento que pode ser feito.

Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI)

A compreensão da genética e fisiopatogenia da degeneração macular, também chamada de DMRI, e o descobrimento de novos tratamentos têm evoluído com avanços recentes em pesquisas clínicas. Essa degeneração é uma das principais causas de cegueira irreversível em pessoas com 50 ou mais anos de idade em países desenvolvidos.

A principal característica da DMRI é o acometimento da mácula, que é a região do centro localizada na porção posterior da retina. Nela há uma grande concentração de fotoreceptores, cones, encarregados pela visão de cores e detalhes.

Sob a camada de fotoreceptores da retina há uma camada de epitélio pigmentado e a de bruch. Nos indivíduos predispostos, e com o avanço da idade, inicia-se a deposição focal de debris polimórficos acelulares, drusas, entre as duas últimas camadas. Elas apresentam no exame de fundo de olho aspecto de lesões arredondas amareladas.

Os níveis elevados de citocinas angiogênicas, como “Vascular Endothelial Growth Factor” (VEGF) juntos com as drusas e a resposta inflamatória ajudam no desenvolvimento da degeneração macular.

A DMRI pode ser classifica como:

  • Seca;
  • Úmida

Na primeira, encontra-se principalmente as drusas bilaterais e/ou atrofia.

Na segunda, o aparecimento de neovascularização de coróide é a principal característica. Ele causa extravasamento de sangue, material lipoproteico, e por isso, ocorre a desorganização acentuada do tecido retiniano, tendo como consequência a perda visual.

Quais os fatores de riscos para a Degeneração macular?

Há diversos fatores de riscos para a degeneração macular desenvolver e progredir como: hereditariedade, tabagismo, raça branca e idade avançada.

A predominância de degeneração macular aumenta de 8% entre pessoas com 43 a 54 anos para 30% entre idosos com mais de 70 anos de idade. Além da degeneração macular relacionada a idade, outros riscos que estão na lista são: obesidade, hipertensão, ingestão elevada de gordura vegetal, ou ingestão ou concentrações plasmáticas reduzidas de antioxidantes e zinco. O paciente pode não ter sintomas ou apresentar somente uma pequena redução visual, no estágio precoce da DMRI.

Entretanto, com a progressão da doença, o indivíduo apresenta visão embaçada, perda de contraste e campo visual, escotomas e dificuldade de adaptação ao escuro. Se houver o desenvolvimento de neovascularização de coróide, a pessoa terá uma perda visual grave dentro de semana ou meses.

A forma úmida da degeneração macular é responsável por mais que 80% dos casos de perda visual grave ou cegueira legal, embora represente somente de 10 a 15 % de prevalência.

Diagnóstico da DMRI em Curitiba

O diagnóstico clínico da degeneração macular é feito com mapeamento de retina, e por meio dele se detecta a presença de drusas no fundo de olho, especialmente na região macular por médico especialista em retina.

O indivíduo deve ser acompanhado pelo oftalmologista por meio de realização de exames seriados, uma vez constatada a presença de lesões, considerando que é uma doença progressiva. O médico especialista pode solicitar exames complementares como, por exemplo: a angiofluoresceinografia, angiografia com indocianina verde e tomografia de coerência óptica. Esse último exame é essencial para diagnosticar, classificar, tratar e obter o prognóstico da doença.

O OCT ganha grande importância nos casos que o paciente tem a forma úmida, porque auxilia no diagnóstico e na avaliação do tratamento do paciente.

Tratamento da DMRI

Atualmente, há diversos tipos de tratamento para a degeneração macular. Se você deseja saber mais, clique aqui e confira os tratamentos da DMRI em Curitiba.

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Dieta e hábitos

De início, as primeiras atitudes seriam controlar alguns fatores de risco. Como a degeneração macular está associada ao tabagismo, aconselha-se que todos os fumantes devem parar com esse hábito.

A ingestão de gordura deve ser diminuída pelos pacientes, o peso deve ser mantido e a pressão arterial saudável. Incluindo o aumento de ingestão de alimentos antioxidantes como vegetais de folha verde, peixes.

Há a hipótese de que os antioxidantes controlam o dano causado pelo “stress” oxidativo na mácula existente há bastante tempo.

No estudo multicêntrico “Age-Related Eye DiseaseStudy (AREDS)” o uso no dia a dia de dieta suplementar de antioxidantes (PreserVision, Bausch&Lomb) que constitui de vitamina C (500 mg), vitamina E (400 UI), beta caroteno (15 mg), óxido de zinco (80 mg), óxido de cobre (2 mg), quando equiparado ao placebo, diminuiu em 25% a frequência de progressão da DMRI de intermediária para avançada em um espaço de 5 anos e finalizou em 19% de redução no risco de perda da visão moderada.

Entretanto, deve se ressaltar que alguns pacientes com DMRI necessitam deste tratamento, sendo acima de tudo uma indicação do médico oftalmologista.

Laser

A opção terapêutica mais usada no início da terapia de degeneração macular foi a fotocoagulação com laser de argônio, quando não havia outras opções. Apesar disso, atualmente, somente utiliza-se ela para neovascularização de coróide localizada 200 µm do centro da mácula. Isso, porque a aplicação gera uma cicatriz que pode estar ligada a perda visual permanente.

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A terapia fotodinâmica é uma outra opção de tratamento para a degeneração macular. Nela um corante fotossensível é injetado na veia, se acumula em neovasosque ao ser ativado por laser causa trombose da neovascularização de coróide.Mas o uso como monoterapia tem menos benefícios do que o associado.

Injeção intravitrea

Nos últimos tempos, injetar a medicação intravítrea (dentro do olho) no tratamento de doenças intraoculares, tornou-se moderadamente comum no meio oftalmológico. E atualmente, para a degeneração macular, as medicações mais usadas são corticóides como o acetonido de triancionolona e antiangiogênicos como o:

  • Bevacizumab (AVASTIN®);
  • Ranibizumab (LUCENTIS®); e o

Para o tratamento de degeneração macular complicada com neovascularização de coróide de localização macular central, a terapia antiangiogênca intravítrea é a mais indicada. Esta terapia restringe o tratamento ao olho, evitando administração sistêmica e prováveis efeitos colaterais.

Pessoas que tiveram perda visual grave e já têm sequelas cicatriciais que não podem ser revertidas da degeneração macular, se beneficiam de auxílios de visão subnormal, como as lupas e telelupas, também de vídeos eletrônicos magnificadores, e reabilitação visual que auxiliam a ter uma qualidade de vida melhor dos pacientes acometidos.

Hoje, há muitas perspectivas relacionadas às pesquisas de novos tratamentos que estão sendo estudados por vários “ClinicalTrials” em andamento, tanto para a degeneração macular na forma seca, quanto na úmida.

Temos, entre eles, o uso de suplementos alimentares, combinação de opções terapêuticas como terapia fotodinâmica junto com a injeção intravítrea de acetonido de triancinolona ou antiangiogênicos, nos quais são obtidos melhores resultados do que somente a monoterapia.

A terapia genética juntamente com a injeção intravítrea de bevasiranib estão conquistando o espaço já com ensaios clínicos em andamento. Os “chips” de retina, que são implantes intraoculares de aparelhos,além de lentes especiais, têm tido avanços importantes. Eles podem ajudar pacientes que não respondem ao tratamento com terapia genética ou farmacológica.

Portanto, a DMRI é uma doença mundial sem cura efetiva que leva a cegueira e está prevalecendo cada vez mais em nosso meio com o envelhecimento da população global. Existem grandes expectativas de restaurar de forma parcial a visão dos pacientes acometidos com a degeneração macular com neovascularização de coróide, de forma úmida com os novos tratamentos.

Nos próximos anos, temos a esperança de que avanços em estudos clínicos podem ajudar a restaurar a visão em pacientes gravemente acometidos pela DMRI, e também prevenir o desenvolvimento naqueles com fatores de risco.

Médico especialista em DMRI em Curitiba

Para maiores informações, entre em contato com o Dr. Alexandre Grandinetti. O médico é especialista em tratamento de doenças de retina, e participa ativamente de congressos nacionais e internacionais, para trazer para Curitiba o que há de mais atual nos tratamentos de retina e cirurgia de catarata

sua visão está boa mesmo

Endereço: Coronel Dulcídio, 199 Batel – Curitiba PR

Entre em contato com Dr. Alexandre Grandinetti para mais informações sobre cirurgia de Retina:

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Tratamento de Hemorragia Vitrea com Cirurgia de Vitrectomia em Curitiba

O que é a Hemorragia Vítrea?

É o sangramento na parte de dentro e de fora do olho. A hemorragia vítrea tem como causas mais comuns: trauma ocular, retinopatia diabética, descolamento do vítreo, rotura e/ou descolamento de retina e doenças vasculares da retina que geram crescimento de vasos sanguíneos anormais (neovascularização) dentro do olho.

Como diagnosticar a Hemorragia Vítrea?

O diagnóstico da hemorragia vítrea é feito pelo mapeamento de retina para localizá-la e sua possível causa, possibilitando assim o planejamento do tratamento. Na maioria dos casos, emprega-se o ultrassom ocular para ajudar na avaliação do quadro clínico.

Os principais sintomas de hemorragia vítrea são:

  • Perda visão de forma indolor, súbita ou progressiva;
  • Manchas ou sombras, no campo de visão, geralmente móveis.

Qual o tratamento da Hemorragia Vítrea em Curitiba?

O tratamento da hemorragia vítrea dependerá da causa, gravidade e duração da Hemorragia, podendo alternar entre observação e cirurgia para situações em que a hemorragia seja muito densa ou antiga. A cirurgia nesse caso é a vitrectomia.

A cirurgia é feita com um pequeno instrumento cirúrgico (vitrectomo) que é utilizado para remover o vítreo.

A solução salina (BSS) substitui o gel vítreo. Por causa deste ser constituído por 99% de água o paciente não vai apresentar nenhuma alteração na visão com a substituição do vítreo pela solução salina.

Na cirurgia para tratar a hemorragia vítrea, pode-se utilizar anestesia local ou geral. Na maioria dos casos, a cirurgia da vitrectomia é realizada sob anestesia local.

Orientações

  • Repousar na primeira semana é essencial;
  • Evitar viagem de avião na primeira semana, caso seja colocado gás;
  • A posição da cabeça deve ficar conforme orientação;
  • Após 6 meses, o silicone em geral é retirado.

Recuperação

Nesse tratamento para a hemorragia vítrea, a recuperação pode levar várias semanas. Os colírios (gotas), antibióticos e anti-inflamatórios são utilizados durante todo o processo de recuperação (que dura em média 2 semanas).

Pode-se usarno interior do olhouma bolha de gás, em casos mais graves, para manter a retina “colada”.Quando ela é utilizada, às vezes a cabeça deve ser posicionada numa posição certa, como deixando a face para baixo ou dormindo de lado (tanto esquerdo como direito).

O médico especialista em cirurgia de vitrectomia deve dar instruções específicas. Essa bolha de gás dissolve com o passar do tempo, geralmente, entre 4 e 10 semanas.

Médico especialista em Cirurgia de Retina em Curitiba

congresso sobre cirurgia de retina

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Dr. Alexandre é retinólogo especialista com atuação em Curitiba. 

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