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Rua Coronel Dulcídio, 199 — Batel, Curitiba/PR Segunda a sexta, das 8h30 às 18h
(41) 99173-2025 CRM-PR 19.607 · RQE 14.308

Retina, vítreo e catarata

Dr. Alexandre Grandinetti

Médico oftalmologista em Curitiba, com formação dedicada às doenças da retina e do vítreo. Atende adultos e crianças no Hospital de Olhos do Paraná, no Batel.

CRM-PR 19.607 · RQE 14.308Fellowship em retina e vítreoBatel, Curitiba
Retrato do Dr. Alexandre Grandinetti, médico oftalmologista, de jaleco branco

O que essa formação muda na sua consulta

Quem procura um especialista em retina quase nunca chega por curiosidade. Chega com um exame alterado na mão, com uma mancha nova na visão ou com a indicação de cirurgia dada por outro médico. Nessa hora, a lista de títulos de um currículo importa pouco por si só — o que importa é o que ela muda dentro do consultório.

Uma formação longa e concentrada em retina e vítreo serve, na prática, para quatro tarefas bem concretas:

  • Avaliar com critério. Examinar a retina inteira, com a pupila dilatada, e separar o que precisa de atenção hoje do que pode ser acompanhado com segurança.
  • Explicar o diagnóstico. Mostrar o exame na tela, dizer o nome da doença sem rodeios e traduzir o que ela significa para a sua visão, no seu caso.
  • Discutir as alternativas. Quando existe mais de um caminho possível — acompanhar, tratar com laser, indicar injeção intravítrea ou operar —, apresentar o que se espera de cada um e também os limites de cada um.
  • Orientar o tratamento. Combinar o plano, o prazo, o retorno e deixar claro o que fazer se algo mudar antes da próxima consulta.

Dr. Alexandre Grandinetti é médico oftalmologista, com registro CRM-PR 19.607 e RQE 14.308. Fez graduação e residência em Oftalmologia na Universidade Federal do Paraná, fellowship em Retina e Vítreo no Hospital de Olhos do Paraná e mestrado e doutorado em Clínica Cirúrgica pela UFPR. Atende adultos e crianças, e o consultório fica no Batel, em Curitiba, no mesmo endereço do centro cirúrgico.

Marcos da formação

UFPRGraduação em Medicina e residência em Oftalmologia
HOPFellowship em Retina e Vítreo
2012Mestrado em Clínica Cirúrgica
2015Doutorado em Clínica Cirúrgica

A trajetória, em ordem

Da graduação na UFPR à escolha da oftalmologia

A formação médica começou na Universidade Federal do Paraná. A decisão pela oftalmologia veio ainda durante o curso: foi monitor da disciplina e bolsista de iniciação científica do PIBIC/CNPq, com um projeto sobre perfluorocarbonos líquidos — substâncias que, anos depois, viriam a ser ferramenta de rotina nas cirurgias de retina mais difíceis que realiza hoje.

Residência em Oftalmologia no HC-UFPR

A residência médica em Oftalmologia foi feita no Hospital de Clínicas da UFPR, hospital universitário e de alta complexidade — o período em que o médico vê, em volume, o espectro inteiro da especialidade. Foi ali que a retina deixou de ser uma entre várias áreas e passou a ser a escolha.

Fellowship em Retina e Vítreo no Hospital de Olhos do Paraná

Ainda na segunda metade do terceiro ano de residência, passou a se dedicar exclusivamente às doenças da retina como fellow do serviço de retina do Hospital de Olhos do Paraná, e seguiu no fellowship depois de concluída a residência. O fellowship é o treinamento formal em subespecialidade: um período inteiro dedicado a retina clínica e cirúrgica, em ambulatório e em centro cirúrgico, sob supervisão.

Los Angeles: estágio eletivo e observership no Doheny Eye Institute

No último semestre da graduação, fez um estágio eletivo (elective clerkship) em oftalmologia no Doheny Eye Institute, ligado à University of Southern California, em Los Angeles. Em 2004, durante as férias da residência, voltou ao mesmo serviço para um observership em retina e vítreo, acompanhando cirurgias junto ao microscópio.

Vale ser exato sobre o que esses períodos são, porque o site anterior se prestava a confusão: estágio eletivo e observership são períodos de estágio e observação — não são residência, fellowship nem especialização realizados nos Estados Unidos. A residência e o fellowship foram feitos no Brasil, em Curitiba.

Mestrado (2012) e doutorado (2015) pela UFPR

O mestrado em Clínica Cirúrgica, defendido em 2012, investigou a relação entre a cirurgia de vitrectomia e alterações da córnea. A tese de doutorado, defendida em 2015 no mesmo programa da UFPR, deu sequência a essa linha de pesquisa. São dois títulos acadêmicos obtidos em programa de pós-graduação de universidade pública, com defesa pública de dissertação e de tese.

Ensino de retina

O ensino acompanha a trajetória desde a residência. Atuou como preceptor voluntário em serviços de oftalmologia de Curitiba, ajudando residentes a se formarem, e segue ligado ao ensino de retina e vítreo dos fellows do Hospital de Olhos do Paraná. Ensinar obriga a justificar cada conduta em voz alta — e isso, na prática, mantém o padrão da consulta.

Formação e titulação

Os dois períodos nos Estados Unidos foram estágio e observação, e estão descritos como tal.

EtapaInstituição
Graduação em MedicinaUniversidade Federal do Paraná (UFPR)
Estágio eletivo em OftalmologiaDoheny Eye Institute / University of Southern California — Los Angeles, EUA
Residência médica em OftalmologiaHospital de Clínicas da UFPR (HC-UFPR)
Fellowship em Retina e VítreoHospital de Olhos do Paraná — Curitiba
Observership em Retina e VítreoDoheny Eye Institute / University of Southern California — Los Angeles, EUA
Mestrado em Clínica Cirúrgica (2012)Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Doutorado em Clínica Cirúrgica (2015)Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Registro profissionalCRM-PR 19.607 · RQE 14.308

Sociedades e entidades

A filiação a sociedades de especialidade não é enfeite de currículo: é o que dá acesso a diretrizes, a congressos e à discussão de casos entre pares. Dr. Alexandre Grandinetti é membro de:

  • Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO)
  • Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo — membro titular
  • Associação Paranaense de Oftalmologia
  • American Academy of Ophthalmology
  • American Society of Retina Specialists
  • American Society of Cataract and Refractive Surgery
  • Corpo clínico do Hospital de Olhos do Paraná

Atividade científica e atualização

A retina é uma das áreas da medicina que mais mudou nas últimas duas décadas. Doenças que antes só podiam ser observadas hoje têm tratamento; exames que levavam minutos e exigiam contraste hoje são feitos em segundos, sem contato com o olho; cirurgias que pediam pontos e internação passaram a ser feitas por incisões muito pequenas. Acompanhar isso não é opcional para quem trata retina.

Essa atualização acontece por três vias: a pesquisa formal, com o mestrado e o doutorado pela UFPR na linha de vitrectomia e alterações da córnea; a participação regular em congressos brasileiros e internacionais de retina e de catarata, onde os resultados novos são discutidos antes de chegarem aos livros; e o ensino, que obriga a rever a literatura e a justificar cada conduta.

A produção científica completa, com artigos, trabalhos apresentados e orientações, está registrada no currículo Lattes do CNPq, que é a base pública oficial de currículos de pesquisadores no Brasil e pode ser consultada por qualquer pessoa.

Em congressos da especialidade

Dr. Alexandre Grandinetti durante o Congresso Sul-Brasileiro de Oftalmologia, em Florianópolis
Congresso Sul-Brasileiro de Oftalmologia, em Florianópolis
Apresentação de um caso de catarata pediátrica durante congresso de catarata e cirurgia refrativa
Apresentação de caso de catarata pediátrica em congresso nacional

Principais congressos, de 2021 a 2025

Em vez da lista completa ano a ano, os encontros mais relevantes dos últimos cinco anos, agrupados por congresso. O histórico integral está no currículo Lattes.

CongressoParticipações recentes
Congresso da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo2022 (São Paulo), 2023 (Rio de Janeiro), 2024 (Campinas) e 2025 (Curitiba)
Congresso da Sociedade Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa2022 (Salvador), 2023 (São Paulo), 2024 (Rio de Janeiro) e 2025 (São Paulo)
Congresso Brasileiro de Oftalmologia2022 e 2025 (Curitiba)
Congresso Sul-Brasileiro de Oftalmologia2022 (Florianópolis), 2023 (Foz do Iguaçu) e 2025 (Gramado)
American Academy of Ophthalmology2021 (Nova Orleans) e 2022 (Chicago)
American Society of Retina Specialists2021 e 2025 (Long Beach)
EURETINA — Congresso Europeu de Retina2021 e 2023 (Amsterdã)
Congresso Panamericano de Retina e Vítreo2024 (Miami)
Encontros de retina pediátrica (Advances in Pediatric Retina)2021, 2023 (Santa Clara) e 2025 (Durham)

Perguntas frequentes sobre o atendimento

No Hospital de Olhos do Paraná, na Rua Coronel Dulcídio, 199, no Batel, em Curitiba (CEP 80420-170). Consulta, exames e centro cirúrgico ficam no mesmo endereço, o que evita deslocamentos entre a avaliação e a cirurgia. Veja os detalhes na página do consultório no Batel.

Sim. O atendimento inclui adultos e crianças. Na consulta infantil, o tempo costuma ser maior: a criança precisa de colírio para dilatar a pupila, o exame é feito no ritmo dela e a conversa final é com quem a acompanha. Ao agendar, avise a idade da criança para que a equipe reserve o horário adequado.

Pelo WhatsApp ou pelo telefone do consultório. Tenha em mãos o nome completo, o telefone de contato e, se houver, o encaminhamento ou o laudo do exame que motivou a busca — isso ajuda a equipe a definir a prioridade e o tempo de consulta. Se você já tem uma cirurgia indicada por outro médico, diga isso no primeiro contato.

A cobertura por planos de saúde varia conforme o convênio, o tipo de consulta e o procedimento, e muda com o tempo. Por isso, confirme diretamente com a equipe do consultório antes de agendar, informando o nome do seu plano. Não publicamos aqui uma lista que possa estar desatualizada quando você ler.

Separe antes documento com foto, carteirinha do convênio (se houver), os óculos que você usa e a lista dos medicamentos que toma, inclusive colírios. Reserve tempo de sobra no dia: a consulta de retina inclui dilatação da pupila e é mais demorada que uma consulta oftalmológica de rotina. E, se possível, venha acompanhado, porque a visão fica embaçada na saída.

Todo retinólogo é, antes, um oftalmologista: fez a mesma residência em Oftalmologia. A diferença é o treinamento adicional depois dela, o fellowship, dedicado só às doenças da retina e do vítreo — a camada no fundo do olho que capta a imagem e o gel que preenche o olho. O oftalmologista geral cuida da saúde ocular como um todo; quando a alteração é de retina, o acompanhamento e a cirurgia costumam ficar com o retinólogo. Os dois trabalham juntos, não em concorrência.

Quer conversar sobre um exame ou uma indicação de cirurgia?

A equipe do consultório ajuda a organizar a consulta e a orientar sobre os exames que vale levar. O atendimento é no Batel, em Curitiba.

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