degeneração macular de retina em curitiba tratamento

Tratamento de DMRI em Curitiba: O que é Degeneração Macular de Retina?

A Degeneração Macular Relacionada à Idade (DRMI) é a causa mais comum de perda irreversível da visão central em pacientes acima dos 60 anos.

É caracterizada por uma lesão progressiva da mácula, a área central e mais importante da retina, responsável pela nitidez.

Dentre os seus principais sintomas podemos destacar: a distorção das imagens, visão borrada e pequenas áreas de cegueira.

A DRMI pode se apresentar de dois tipos:

  • DRMI úmida – é a forma mais agressiva da doença e a forma que possui tratamento comprovado por injeções intravítreas, que são responsáveis por bloquear a sua progressão;
  • DRMI seca – forma menos agressiva da doença, que até o momento não possui tratamento específico, sendo necessário o seu acompanhamento e progressão.

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Degeneração Macular de Retina em Curitiba

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Fotocoagulaçao a Laser em Curitiba

Fotocoagulaçao a Laser em Curitiba

A fotocoagulação a laser é um procedimento realizado de maneira rotineira no consultório, seu objetivo principal é preservar a visão e impedir a progressão de doenças como: edema macular, degeneração de mácula, neovascularização, glaucoma e retinopatia diabética.

A fotocoagulação ajuda a reduzir a formação de vasos sanguíneos anômalos na retina, seu intuito é cauterizar esses vasos, evitando que se rompam ou vazem, o que poderia causar a perda progressiva da visão e até mesmo a cegueira.

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Fotocoagulação a Laser Curitiba

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retinopatia diabetica tratamento curitiba

Tratamento da Retinopatia Diabética em Curitiba

A retinopatia diabética (RD) é uma doença que danifica os pequenos vasos sanguíneos da retina, área do olho responsável pela formação de imagens que são transmitidas ao cérebro. O aparecimento desta doença está relacionado principalmente ao curso do diabetes e ao controle glicêmico insuficiente. Se não for controlado, o alto nível de açúcar no sangue pode produzir várias alterações no corpo, incluindo problemas que levam à disfunção dos vasos sanguíneos da retina.

A diabetes está associada a várias complicações, como disfunção e insuficiência dos rins, sistema nervoso, vasos sanguíneos e coração. O olho é um dos principais órgãos afetados pelo diabetes e, entre suas complicações, a retinopatia diabética é a complicação microvascular mais comum do diabetes causada pela cegueira em pessoas de 20 a 74 anos. Notavelmente, a RD tornou-se muito comum em pacientes diabéticos de todas as idades.

A RD frequentemente afeta ambos os olhos e, se não diagnosticada e tratada precocemente, pode levar à cegueira irreversível. Mas o início e a progressão da doença podem ser evitados controlando os níveis de açúcar no sangue.

Além disso, exames oftalmológicos regulares são essenciais para detectar complicações oculares do diabetes e iniciar o tratamento o mais rápido possível, quando houver mais chances de controlar a doença.

A retinopatia diabética pode ser classificada como não proliferativa e proliferativa de acordo com o grau, localização e extensão das diferentes características clínicas observadas no momento do diagnóstico.

Retinopatia diabética não proliferativa

Os microaneurismas caracterizam-se por uma fase em que a doença progrediu consideravelmente. Nele, novos vasos sanguíneos ou novos vasos sanguíneos aparecem na superfície da retina. A principal causa desses novos vasos sanguíneos é que os vasos sanguíneos da retina ficam bloqueados, chamado isquemia, e impedem que o sangue flua adequadamente.

Novos vasos sanguíneos crescem ao longo da retina e são frágeis, e não causam nenhum sintoma ou perda de visão. No entanto, eles podem se romper e liberar sangue, o que pode levar à perda severa de visão e cegueira. Muitas vezes, um tipo de cicatriz (tecido cicatricial) se desenvolve atrás dos novos vasos sanguíneos, e sua contração pode levar a outra complicação grave chamada descolamento de retina.

Hemorragia vítrea, descolamento de retina e glaucoma neovascular estão entre as causas de complicações da perda de visão na retinopatia diabética proliferativa. Além dessas complicações, cerca de metade das pessoas com retinopatia proliferativa desenvolve edema macular diabético. Esse edema é causado pelo acúmulo de líquido na mácula, a área mais “nobre” da retina, e é uma das principais causas de diabetes e cegueira em pessoas em idade ativa.

Tratamento da retinopatia diabética em Curitiba

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alterações na retina ocular cirurgia de retina em curitiba

Doenças de Retina: Conheça as principais alterações que acontecem na retina

Alterações na retina são extremamente delicadas e podem apresentar risco de perda da visão. A retina é indispensável para que a visão aconteça perfeitamente.

Dentre as principais alterações que acontecem na retina podemos destacar:

🔹 Retinopatia diabética
🔹 Descolamento de retina
🔹 Degeneração macular relacionada a idade (DMRI)

Se você perceber qualquer alteração na sua visão, procure imediatamente um oftalmologista.

Especialista em Cirurgia de Retina Curitiba

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Injeção Intravítrea em Curitiba

Injeção Intravítrea em Curitiba

As injeções intravítreas consistem na administração de alguma medicação no centro do globo ocular.

Para a maioria das pessoas, uma injeção no olho pode soar como um procedimento extremamente doloroso, mas ao contrário do que se pensa, é extremamente seguro e bastante tolerável.

O procedimento é indicado para todas as doenças na retina que possam levar à formação de neovasos, como:

✅DMRI (Degeneração macular Relacionada a Idade) forma úmida;
✅Retinopatia Diabética;
✅Oclusões Venosas (tromboses na retina);
✅Glaucomas;
✅Edema Macular.

A realização do procedimento é bem simples, rápida, indolor e a anestesia normalmente é realizada com colírio ou gel anestésico.
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Cirurgia de Retina em Curitiba

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Buraco Macular cirurgia em curitiba

Buraco macular: entenda o que é, suas causas e o seu tratamento em Curitiba

O buraco macular é uma doença que na maioria dos casos não apresenta sintomas. Inicialmente a visão central fica um pouco distorcida, tipo como se olhasse através de um vidro embaçado. Com a progressão da doença, a perda da visão central fica mais evidente e surge uma mancha escura no centro da visão.

A doença buraco malucar atinge a mácula, que se localiza no centro da retina. Tem como sua principal característica a formação de buraco crescente, que ao longo do tempo, vai diminuindo a visão do paciente, resultando na perda da visão central.

A região da mácula é a parte mais nobre da retina, responsável pela visão central e que tem a maior concentração de fotorreceptores, ou seja, cones e bastonetes.

É na região central da mácula, a fóvea, que se desenvolve o buraco da mácula.

Qual a causa do buraco macular?

A causa do desenvolvimento do buraco macular não é totalmente compreendida, existem teorias que sugerem que o buraco da mácula pode ser causado pela força exercida pelo vítreo. Com a idade avançada, o vítreo se torna mais liquefeito e ganha mobilidade dentro do olho, causando trações na região macular, favorecendo o desenvolvimento do buraco macular.

O Dr. Alexandre Grandinetti médico oftalmologista, especialista em cirurgia de retina, destaca outros fatores que podem estar relacionados ao desenvolvimento do buraco malucar, entre eles:

  • Fatores relacionados à alta miopia,
  • Exposição ao sol acentuada,
  • Trauma ocular contuso.

Principais sintomas do buraco macular

É comum que o paciente não identifique de forma precoce o buraco macular quando ele acomete um dos olhos, isso acontece pois o outro olho acaba por compensar a perda de visão do olho acometido pela mácula. Normalmente o paciente começa a notar o problema quando ocorre a diminuição significativa da visão.

Os sintomas mais comuns do buraco macular são:

  • Perda da visão para longe,
  • Dificuldade para leitura,
  • Mancha escura no centro da visão.

Como é realizado o diagnóstico de buraco macular

O diagnóstico do buraco macular é realizado através alguns exames, são eles tomografia de coerência óptica e angiografia de retina.

É importante realizar consultas frequentes em seu médico oftalmologista e em caso de sintomas de buraco malucar procurar especialista com experiencia na área, em Curitiba o Dr. Alexandre Grandinetti tem vasta experiência em cirurgia de retina e Vitrectomia.

Tratamento e cirurgia para o buraco macular em Curitiba

O tratamento mais eficaz para o buraco macular é realizado através de cirurgia de Vitrectomia Pars Plana, onde um gás é introduzido dentro do olho, com o objetivo de aliviar as forças tracionais exercidas na mácula, permitindo com isso o fechamento do buraco macular.

Cuidados no pós operatório

Durante o período do pós operatório para que o gás possa fechar o buraco macular, o paciente precisará ficar por aproximadamente duas semanas com os olhos voltados para o chão, o que vai potencializar o efeito do gás.

O gás permanecerá no interior do olho por um período de aproximadamente 1 a 2 meses, durante esse período o paciente vai enxergar uma mancha escurecida na região inferior do campo visual. Durante esse período, o gás será absorvido pelo organismo, que produzirá um líquido para repor o gás, com isso o buraco macular será fechado.

Um cuidado importante durante o período pós operatório é que durante o período em que o paciente estiver com o gás no interior do olho, não poderá de forma alguma, viajar de avião, pois a pressão do olho pode subir a níveis que tragam danos irreversíveis à visão do paciente.

Especialista em buraco macular em Curitiba

Dr. Alexandre Grandinetti, especialista em cirurgias de retina, comenta que por se tratar de uma doença silenciosa, o buraco macular de retina é de difícil diagnóstico nos estágios iniciais, por isso a importância de visitar um oftalmologista regularmente.

Para maiores informações, entre em contato com o Dr. Alexandre Grandinetti:

(41) 9 9173-2025 / (41) 9 9116-3035 (WhatsApp)

(41) 3310-4284 / (41) 3310 4240 (Recepção)

O consultório do Dr. Alexandre Grandinetti está localizado na rua Coronel Dulcídio, 199, no bairro Batel em Curitiba, PR.

O médico é especialista em cirurgias de retina, e já participou de dezenas de congressos nacionais e internacionais de oftalmologia, atuando ativamente como congressista e apresentador de casos de sucesso.

Síndrome de Stickler curitiba tratamento

Tratamento de Síndrome de Stickler em Curitiba: Dr. Alexandre Grandinetti explica a doença

A síndrome de Stickler é um distúrbio genético progressivo do tecido conjuntivo de todo o corpo, colágeno, normalmente se manifesta durante a infância e sua tendencia é afetar as articulações e os olhos.

Existem três tipos da síndrome de Stickler, que vai variar de acordo com o gene que sofre a mutação, são:

  • Tipo I: COL2A1 (corresponde a 75% dos casos da síndrome);
  • Tipo II: COL11A1;
  • Tipo III: COL11A2, que é a forma não-ocular da desordem;

Os genes estão envolvidos na formação do colágeno, proteínas presentes em vários tecidos conjuntivos. Os tecidos conjuntivos que normalmente são acometidos por esta síndrome são as cartilagens e o humor vítreo.

Sintomas da Síndrome de Stickler

A síndrome de Stickler está relacionada a problemas como:

  • Visão, como miopia grave e deslocamento de retina;
  • Problemas de audição, como perda auditiva e infecções frequentes de ouvido;
  • Anormalidades craniofaciais, como nariz e queixo pequenos, fenda palatina;
  • Anormalidades musculoesqueléticas, como artrite, problemas no pescoço e nas costas;
  • Bem como outros problemas causados pelo colágeno anormal.

A gravidade e os sintomas podem variar de caso para caso, alguns sintomas podem não aparecer no nascimento, no entanto podem aparecer posteriormente.

O que causa a Síndrome de Stickler

Normalmente a síndrome de Stickler é causada por uma mutação no gene pró-colágeno tipo II (COL2A1), embora várias outras mutações nos genes COL possam ser identificadas.

Como é realizado o diagnóstico da Síndrome de Stickler

Em alguns casos é possível diagnosticar a síndrome de Stickler somente com base no histórico clínico, já que é uma síndrome genética, em associação com um exame físico do paciente.

Porém, exames adicionais devem ser realizados para avaliar o tipo da síndrome e seu quadro, como:

  • Radiografias da coluna, que podem apontar presença de anormalidades na coluna vertebral;
  • Exames oftalmológicos;
  • Testes auditivos;
  • Testes genéticos, objetivando identificar o gene que sofreu mutação.

Para o tratamento da síndrome de Stickler é essencial que se conte com profissionais de diferentes áreas, como oftalmologista, otorrinolaringologista, fonoaudiólogos, uma vez que os sintomas podem se apresentar de diferentes formas.

Como é o tratamento oftalmológico da síndrome de Stickler em Curitiba

O Dr. Alexandre Grandinetti é médico cirurgião oftalmologista especialista em retina e tem vasta experiencia em cirurgias em crianças e destaca que o acompanhamento por um oftalmologista dos pacientes com síndrome de Stickler é essencial, uma vez que as chances de deslocamento ou rompimento de retina são grandes.

Óculos ou lentes de contato são utilizados para miopia. E o laser ou crioterapia podem ser aplicados em áreas de retina fina para reduzir o risco de descolamento.

Com a cirurgia a laser na retina é possível realizar a correção das áreas afetadas pela falta de colágeno, fazendo com o que paciente tenha mais qualidade de vida e diminui o risco de problemas mais graves na retina.

Médico experiente em Síndrome de Stickler em Curiitba

Dr. Alexandre Grandinetti é médico oftalmologista, especializado em doenças de retina e condições oculares como a Síndrome de Stickler. O médico já participou de dezenas de congressos nacionais e internacionais de oftalmologia, atuando ativamente como congressista e apresentador de casos de sucesso.

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Tratamento de DRMI em Curitiba: Doença causa da perda progressiva de visão em pacientes idosos

Neste post você vai entender o que é a DMRI, suas causas, sintomas e tratamento da degeneração macular relacionada à idade em Curitiba

A expectativa de vida vem aumentando ano após ano, no estado do Paraná a expectativa de vida em 2018 é de 77,7 anos, de acordo com dados divulgados pelo IBGE. Esse índice representou uma alta em relação a estimativa do ano anterior 2017, que era de 77,4 anos.

Embora os dados sejam animadores, os desafios que o Brasil vai enfrentar no futuro são grandes, pois o aumento da expectativa de vida, não vem sendo acompanhado com políticas públicas, de saúde e socioeconômicas para a população idosa, com acessibilidades, prevenção de doenças e tratamentos de doenças que atingem os mais idosos. Dentre essas doenças da terceira idade, podemos destacar a Degeneração Macular relacionada à idade (DRMI), comum em pacientes com mais de 60 anos, tema que vamos explorar neste post.

A visão é um dos sentidos mais importantes para o ser humano. Estudos indicam que nossa percepção do ambiente se dá em 85% do tempo através dos olhos.

A parte mais importante para nossa capacidade de enxergar é o fundo do olho, conhecida como retina. Essa região é composta por um tecido nervoso cheio de células fotossensíveis, que captam a luminosidade e as transformam em impulsos elétricos que serão enviados ao cérebro, formando a visão.

O que é a Degeneração macular relacionada à idade (DMRI)?

A DMRI é uma doença que apresenta um grande avanço na população idosa, é caracterizada pelo surgimento de vasos sanguíneos anormais no fundo do olho, devido ao acúmulo de gorduras e proteínas na região. Uma doença degenerativa que afeta a retina e provoca a perda da visão central de forma progressiva.

A retina se localiza atrás do olho e é a responsável por transformar a luz e imagem que entram pelo olho em sinais nervosos, que são enviados para o cérebro. A mácula é a parte da retina que faz com que a visão seja mais nítida e detalhada.

Segundo pesquisas cerca de 80% da população idosa desconhece a degeneração macular relacionada a idade, isso imprimi um enorme desafio na saúde, já que os indicadores sociais apontam para um aumento considerável da população idosa.

Segundo dados da OMS cerca de 10% das pessoas entre 65 e 74 anos e cerca de 30% das com mais de 75 tenham a DMRI, no Brasil são cerca de 2,9 milhões de pessoas segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO).

Principais sintomas da DMRI

Inicialmente é possível que a doença não apresente sintomas perceptíveis. À medida que vai avançando o quadro, surgem problemas na visão central.

Em casos de DMRI Seca o sintoma mais comum é a visão borrada, os objetos que estão ao centro da visão ficam distorcidos, escuros e com cores desbotadas, causando dificuldade na leitura ou para ver detalhes de um folheto, por exemplo.

Com o avanço da doença, o paciente precisará cada vez mais de luz para ler ou realizar qualquer tarefa diária. A mancha desfocada no centro da visão se tornará mais escura gradualmente. Em estágios bem avançados, fica difícil até reconhecer rostos e objetos.

Os dois tipos de degeneração macular relacionada à idade

DMRI seca ou atrófica: é a forma mais comum da doença, que acomete 90% dos pacientes. Ocorre quando drusas se formam na área central da retina. A evolução da doença é lenta e prejudica a visão central, deixando as imagens borradas.

DMRI úmida ou exaustiva: forma mais grave e agressiva da doença. Se manifesta quando há o surgimento de uma neovascularização (vasos sanguíneos anormais). Em casos em que não é tratada rapidamente, a DMRI úmida pode ocasionar perda de visão rápida e irreversível.

Não se sabe a exata causa da DMRI. Porém alguns pacientes possuem maior probabilidade de adquirir a doença:

  • Pessoas com histórico de DMRI na família,
  • Pessoas de pele e olhos claro,
  • Fumantes,
  • Pessoas com dieta muito gordurosa.

O que causa a DMRI?

A degeneração macular relacionada à idade ainda não tem uma causa definida, mas algumas das causas possíveis são:

  • Idade – normalmente a DMRI acomete pacientes com mais de 60 anos,
  • Genética – histórico familiar de DMRI,
  • Tabagismo – fator que triplica o risco de desenvolver DRMI,
  • Obesidade – fator que aumenta o risco de progressão da idade,
  • Pressão arterial alta – aumenta o risco de desenvolver a doença.

Vale destacar que os fatores de risco, podem ser gerenciados auxiliando na redução do número de casos da doença.

Tratamento da degeneração macular relacionada à idade em Curitiba

A DMRI é uma doença que ainda não possui cura, mas os tratamentos disponíveis possuem um resultado animador, uma vez que controlam a doença e possibilitam a uma melhor qualidade de vida do paciente. Os resultados podem variar de caso para caso, quanto maior o número de aplicações de injeções, maiores se tornam as chances de recuperação e melhora da visão do paciente.

O desenvolvimento de novas técnicas e tratamentos para a DMRI estão em constante evolução. Porém a prevenção e o diagnostico precoce ainda se fazem muito importante no controle da doença.

É de extrema importância um diagnóstico precoce para que o tratamento para DMRI seja iniciado, causando menores danos a capacidade visual.

O tratamento que se mostra mais eficaz para a DMRI úmida é a aplicação de medicamento diretamente sob a região afetada, ou seja, dentro do olho. A técnica é conhecida como injeção intra-vítreas e os medicamentos utilizados são Anti-VEGF, eles agem bloqueando a proteína VEGF que causa o crescimento anormal dos vasos, assim a DMRI para de progredir. Em muitos casos a visão do paciente tem uma melhora.

Prevenção da DMRI

Pacientes com mais que 60 anos de idade devem acompanhar anualmente a situação da sua visão, para diagnosticar qualquer doença em seu estágio inicial.

Os parentes e acompanhantes também são importantes aliados nessa conscientização, é preciso que o idoso consulte de forma regularmente um oftalmologista, se possível um especialista em retina e vítreo, que é o médico capacitado para fazer o tratamento da DMRI.

Especialista em DMRI em Curitiba

Dr. Alexandre Grandinetti, especialista em DMRI em Curitiba, comenta que o desenvolvimento de novos métodos e tratamento estão evoluindo constantemente. Mas, é necessário prevenir e diagnosticas precocemente do que aguardar por novos tratamentos.

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cirurgia de catarata em curitiba

Cirurgia de Catarata em Curitiba

Cirurgia de catarata em Curitiba: O que é catarata, quais os sintomas, o melhor tratamento, a cirurgia de catarata.

A catarata é uma condição que acomete principalmente pessoas com mais de 60 anos, uma característica da catarata é a perda da transparência do cristalino, estrutura que funciona como uma lente do olho, atuando na refração das imagens para o cérebro.

A catarata possui como característica problemas na fibra do cristalino, que vai se desgastando com o tempo, é uma condição ocular que seu surgimento não pode ser prevenido, apenas pode ser amenizada através de um estilo de vida mais saudável.

Essa condição ocular é a principal responsável pela causa de cegueira reversível no mundo, sendo que o único tratamento definitivo para essa condição é a cirurgia de catarata, que remove o cristalino insere uma lente intraocular no lugar.

Principais sintomas da Catarata

O principal sintoma da catarata é o embaçamento e perda progressiva da visão, caso não seja tratada em seus sintomas iniciais, pode evoluir para uma cegueira reversível.

Além desses sintomas, a catarata causa outros sintomas, como visão dupla, mudanças frequentes no grau dos óculos, dificuldades na visão noturna e flashes de luz no olhar.

Tratamento de catarata, a cirurgia de catarata em Curitiba

O único tratamento definitivo para a catarata é a cirurgia, na qual é retirado o cristalino para colocar uma lente intraocular no lugar, que irá ocupar as mesmas funções do cristalino removido.

A cirurgia é indolor e geralmente tem duração de 20 minutos, o que pode variar de acordo com cada caso e cada paciente. O pós operatório é em geral bem tranquilo e em torno de 30 dias o paciente já consegue realizar qualquer tipo de atividade.

Podem ser utilizadas para a cirurgia de catarata lentes monofocal, tórica, multifocal ou trifocal, a escolha vai depender da necessidade do paciente. A escolha do tipo de lente a ser usada na cirurgia, é uma decisão do médico, que após a realização de exames, chegará à conclusão de qual é a mais adequada para o paciente.

O Dr. Alexandre Grandinetti é médico especialista em cirurgias de catarata em Curitiba e faz o alerta – todo procedimento deve ser realizado por profissionais capacitados, especialista e que possua experiência, pois se trata de um procedimento delicado e que precisa ser realizado com precisão.

Qual a duração da cirurgia de catarata?

A cirurgia de catarata é bem rápida, dura em média 10 minutos. E não é necessário internação, o paciente poderá retornar para casa logo após a cirurgia.

Recomendações pós cirurgia de catarata

É importante que o paciente siga as orientações médicas, para que a cirurgia tenha sucesso. Os principais cuidados são, não praticar exercícios físicos nos primeiros dias após o procedimento, proteger os olhos de vento e poeira, higienizar as mãos sempre antes de aplicar os colírios, evitando assim a contaminação, entre outros.

Além desses cuidados com os olhos, é necessário utilizar os colírios conforme a indicação médica, para que a recuperação seja tranquila após a cirurgia de catarata em Curitiba.

Valores da cirurgia de catarata em Curitiba

O valor da cirurgia de catarata vai depender de acordo com as características do paciente, além do médico que vai realizar a cirurgia e suas competências, sendo necessário agendar uma consulta para avaliação do caso de catarata e do paciente.

Exames necessários para a cirurgia de catarata

Inicialmente se faz necessário passar por uma consulta médica para avaliação do caso de catarata e então o médico realiza o pedido de alguns exames que vão tornar o procedimento mais seguro para o paciente, são eles:

  • Ecobiometria Ultrassônica
  • Ecobiometria por Interferometria
  • Mapeamento de retina
  • Microscopia especular de córnea
  • Entre outros.

Lentes intraoculares para a cirurgia de catarata em Curitiba

As lentes intraoculares também conhecidas como LIOs são próteses implantadas no olho durante a cirurgia de catarata, são elas que substituem o cristalino opaco e fazem com que a visão seja restaurada.

As primeiras lentes intraoculares eram de material rígido e com isso era necessário uma incisão de aproximadamente 7 mm para a sua colocação, o que gerava com isso uma recuperação mais lenta. Com a evolução tecnológica foram desenvolvidas lentes intraoculares dobráveis que podem ser implantada com incisão menor que 3 mm e que são capazes de corrigis outros erros refrativos como, astigmatismo e a presbiopia.

As lentes mais utilizadas são as de polimetilmetacrilato ou de silicone. As lentes intraoculares são flexíveis e protegem os olhos de raio UV.

A tecnologia atual permite que as lentes intraoculares corrijam os problemas refrativos, sendo possível com apenas um procedimento cirúrgico restaurar a visão e corrigir erros refrativos.

Qual lente intraocular deve ser usada para a cirurgia de catarata?

Para diagnosticar a lente ideal para cada caso, são necessários alguns exames, como:

  • Acuidade Visual a Laser
  • Retinografia
  • Biometria Ocular
  • Tomografia de Córnea.

O Dr. Alexandre Grandinetti realiza todos os exames necessários para o diagnóstico e aconselhamento sobre a lente intraocular ideal para cada caso.

Por que é necessário fazer uso de lente intraocular após a cirurgia de catarata?

A cirurgia de catarata visa a remoção do cristalino nebuloso para assim restaurar a visão. Após o procedimento a visão não estará nítida é necessário o implante da lente intraocular para restabelecer a visão.Por isso é necessário estar atento ao tipo de lente que será implantada, pois lente de baixa qualidade podem prejudicar a visão ou então não trazer o resultado esperado.

Quais os tipos de lente intraoculares?

Existem diversos tipos de LIOs, entre elas destacam-se:

  • Lentes acomodativas,
  • Lentes multifocais,
  • Lentes tóricas,
  • Lentes monofocais,
  • Lentes artisan,
  • Lentes artiflex.

O médico vai junto com o paciente, realizar os exames necessários e definir qual o melhor tipo de lente intraocular a ser utilizada.

Lente intraocular possui grau?

Sim, o cristalino retirado no procedimento cirúrgico será substituída por uma lente de grau de acordo com a necessidade do paciente. A medição do grau é realizada através de equipamentos, que vão definir o grau necessário da lente.

A lente intraocular é permanente ou necessita de troca após alguns anos?

A lente é permanente, não tendo necessidade de sua substituição. Por isso é necessário utilizar lentes de material de boa qualidade e que permita conforto ao paciente.

Pode acontecer da lente intraocular se mover dentro do olho?

As primeiras lentes intraoculares causavam este tipo de transtorno, porém as lentes mais modernas não se movem dentro do olho e são bem seguras.

Onde comprar as lentes intraoculares?

As lentes intraoculares não são vendidas isoladamente, o hospital ou o médico responsável pelo procedimento cirúrgico do paciente que vai disponibilizar a lente, de acordo com as necessidades do paciente.

Especialista em cirurgia de catarata em Curitiba

Dr. Alexandre Grandinetti, especialista em cirurgia de catarata em Curitiba e cirurgia de catarata a laser em Curitiba, comenta que atualmente, os resultados da cirurgia de catarata são muito satisfatórios, podendo devolver uma excelente qualidade de vida, podendo reduzir significativamente, ou em muitos casos, eliminar completamente a necessidade dos óculos, uma vez que a escolha das lentes intraoculares permite desempenhar o papel dos óculos para visão de curta, média e longas distâncias.

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tratamento de oclusão venosa de retina em curitiba

Você já ouvi falar em oclusão venosa da retina (OVR)? Tratamento e especialista em Curitiba

A oclusão venosa da retina ou OVR é uma obstrução ou bloqueio de uma ou de várias veias que tem por função irrigar a retina, levando oxigênio e nutrientes.

A OVR é um distúrbio vascular comum da retina e uma das causas mais comuns de perda da visão no mundo, a segunda causa mais comum de cegueira por doença vascular da retina, perdendo apenas para a retinopatia diabética.

Entenda a doença

A OVR é normalmente causada pelo endurecimento das artérias e pela formação de coágulo sanguíneo no olho. Podemos destacar como fatores de risco para o desenvolvimento da oclusão venosa, a diabetes, pressão arterial alta, problemas de coagulação sanguínea, aterosclerose e outras condições oculares, como edema macular, glaucoma ou hemorragia vítrea.

ORVR e OVCR

A oclusão venosa de retina pode ser de dois tipos: ORVR e OVCR, que variam de acordo com a veia obstruída.

  • A oclusão de ramo da veia da retina (ORVR) acontece quando há uma obstrução de uma ou de mais de uma ramificação da veia central da retina.
  • A oclusão da veia central da retina (OVCR) ocorre quando a obstrução se dá na veia central da retina.

Sintomas da oclusão venosa de retina

A oclusão venosa de retina é mais comum em pessoas com 65 anos ou mais, a gravidade pode variar. Os sintomas mais comuns da OVR são a visão turva ou desfocada em um olho ou nos dois olhos, normalmente esses sintomas são indolor e podem acontecer de forma repentina ou ir piorando com o passar das horas do dia.

Em alguns casos a perda súbita e grave da visão pode vir acompanhada de uma pressão bem dolorosa nos olhos. A oclusão venosa pode ter uma evolução rápida e levar o paciente a perda da visão

O Dr. Alexandre Grandinetti médico oftalmologista especialista em cirurgia de retina na cidade de Curitiba, faz o alerta – é importante que ao primeiro sinal dos sintomas o paciente procure um médico oftalmologista para que seja realizado o diagnóstico da doença e seja dado início ao tratamento correto.

Diagnóstico

O diagnóstico da oclusão venosa só é realizado após um exame completo de olho, por isso destacamos a importância de uma acompanhamento de um médico oftalmologista.

Descobrir o que causou o bloqueio do vaso sanguíneo é o primeiro passo para o tratamento após o diagnóstico.

Infelizmente o bloqueio causado pela OVR pode não ser revertido, mas existem tratamentos que podem atenuar ou impedir a progressão da perda de visão e, em alguns casos até recuperar uma parte da visão que havia sido perdida.

Especialista em Curitiba

Para maiores informações, entre em contato com Dr. Alexandre Grandinetti.