Nova estrutura de atendimento, mais conforto e espaço para nossos pacientes







A melhor idade é chamada assim, pois é o momento em que se pode aproveitar de todas as conquistas e aprendizados feitos ao longo da vida. No entanto, para viver este período da melhor maneira possível é necessário buscar uma boa qualidade de vida, que inclua: cuidados com a saúde mental, emocional e física.
Se os cuidados com a saúde forem mantidos, é possível conservar a qualidade de vida, contudo,no processo de envelhecimento é inevitável ter que enfrentar algumas limitações, tais como as doenças características da idade, dentre estas, os problemas com a visão são muito frequentes. As dificuldades visuais atingem principalmente os idosos, dentre as doenças oculares mais comuns estão catarata,vista cansada, retinopatia diabética, olho seco e glaucoma.
Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI): Consiste na alteração da região central do olho (mácula). Os principais sintomas são: visão embaçada e distorcida e dificuldade para ler além de enxergar manchas e linhas distorcidas. Saiba mais sobre a DMRI.
Catarata: É a mais frequente causa de cegueira no Brasil, apesar de ser reversível. Ocorre quando, progressivamente, o cristalino se torna totalmente ou parcialmente opaco. É caracterizada pela perda da acuidade visual, visão embaçada e fotofobia. Saiba mais sobre a catarata.
Retinopatia diabética: É causada pelo diabetes e hipertensão arterial que modificam os vasos sanguíneos de modo que a circulação na retina é prejudicada. A doença evolui aos poucos e os principais sintomas são: visão embaçada e com manchas, enxergar imagens distorcidas e até mesmo perda da visão. Saiba mais sobre a retinopatia diabética.
Glaucoma: É causado pela alta pressão ocular que faz com que ocorra uma lesão no nervo óptico. No início pode ser assintomática, pesquisas mostram que 80% dos pacientes, não sentem nenhuma alteração visual nas fases iniciais da doença. Porém, se não for tratado, o glaucoma pode levar a cegueira.
Presbiopia: Também chamada de visão cansada, ocorre geralmente após os 40 anos de idade. A principal característica é a dificuldade em enxergar objetos próximos.
Olho seco: Surge quando a produção de lágrimas é insuficiente ou de baixa qualidade, desse modo, o olho fica mais exposto, provocando vermelhidão, sensação de areia nos olhos, coceira, entre outros.
Segundo o Dr. Alexandre Grandinetti, as visitas ao oftalmologista devem ocorrer no mínimo uma vez ao ano e também ao sinal de qualquer alteração na visão para que deste modo ocorra a prevenção ou identificação antecipada da doença.
Tratamento para doenças oculares em Curitiba
Em Curitiba, Dr. Alexandre Grandinetti realiza o tratamento para algumas das principais doenças oculares que ocorrem na terceira idade. Entre as doenças citadas, no consultório do Dr. Alexandre é realizado o tratamento para DMRI, Catarata e Retinopatia Diabética. As consultas e tratamentos podem ser realizadas pelos principais convênios. Entre em contato conosco para mais informações.
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É importante que os filhos e netos fiquem atentos aos idosos e as suas queixas sobre a saúde ocular. Muitas vezes as pessoas pensam que basta ajustar o grau dos óculos que a visão melhorará, ou que é simplesmente um pouco de dificuldade de enxergar. Porém, a partir dos 50 anos de idade, algumas doenças oculares podem prejudicar consideravelmente a qualidade de vida das pessoas.

Com o aumento da expectativa de vida não é interessante perder boa parte da visão aos 50 ou 60 anos de idade, quando podemos viver até os 90 ou 100, ou seja, de 30 a 40 anos com a visão debilitada impedindo de realizar tarefas simples como ler ou caminhar, isso sem considerar que os idosos têm uma vida cada vez mais ativa, praticando esportes e outras atividades.

A degeneração macular relacionada a idade é uma doença silenciosa e progressiva, que prejudica a visão central, deixando uma mancha escura na visão, causando grande debilidade visual para o idoso.
A doença é caracterizada por atingir a mácula, uma estrutura que fica no fundo do olho (retina) e é responsável pela visão central, identificação das cores, pela maior nitidez do que enxergarmos e otimiza a visão noturna, ou seja, uma parte considerável de nossa visão depende dessa região da retina.
Existem dois tipos de Degeneração Macular: a seca e a úmida (exsudativa), sendo que a primeira corresponde a 90% dos casos e tem uma evolução lenta e gradual, já a DMRI úmida atinge somente 10% dos casos. Porém, os efeitos da segunda são mais drásticos e sua evolução é rápida, causando mais danos a visão do paciente.
Para a DMRI seca não existem tratamentos definitivos, somente alguns testes clínicos em laboratórios ainda em fase de pesquisa. Já para DMRI úmida o tratamento mais eficaz é a injeção intra-vítrea.
O que é a Injeção Intra-vítrea
A Injeção intravítrea é um tratamento eficiente para a DMRI. Consiste na aplicação de medicamentos especiais que impedem o avanço da Degeneração na mácula. Em muitos casos, as injeções conseguem até mesmo melhorar a visão paciente, reduzindo os efeitos da doença.

A principal característica da DMRI úmida é a presença de micro hemorragias na mácula, causada pelo crescimento de neovasos na região, que se rompem facilmente. O tratamento visa impedir o crescimento de novos vasos sanguíneos. Os vasos já existentes diminuem de tamanho com a aplicação das injeções.
O Dr. Alexandre Grandinetti explica que o procedimento é realizado em centro cirúrgico e tem ótimos resultados, sendo que a ANS aprovou uma portaria que obriga os planos a cobrirem o tratamento de injeção intravítrea para algumas medicações.
Como é diagnosticado a DMRI?
O diagnóstico é feito com exames de fundo de olho como a angiografia. Este exame em um contraste especial aplicado na veia do paciente, e posteriormente, um equipamento é posicionado na frente dos olhos e captura imagens precisas, que demonstram o estado dos vasos sanguíneos do fundo do olho.
Outro exame importante é o OCT (Tomografia de coerência óptica) com imagem 3D. Este exame é muito preciso e consegue uma imagem tridimensional da mácula, indicando com precisão como está o avanço da DMRI para cada caso. Permitindo ao oftalmologista especialista em Retina e Vítreo determinar o melhor tratamento para o paciente. Por isso é importante procurar um oftalmologista especializado quando há queixa de perda visual, a simples troca de óculos pode retardar o diagnóstico e prejudicar o tratamento do paciente, agravando e acelerando a perda visual.
A população idosa no Brasil vem crescendo ano após ano em ritmo acelerado, estimativas indicam que dentro de 30 anos o número de idosos irá triplicar em nosso pais.
A vitrectomia é um procedimento cirúrgico realizado em casos graves de doenças na retina e traumas oculares como o DESCOLAMENTO DA RETINA. O procedimento consiste na remoção de parte ou de todo o vítreo, um fluido gelatinoso que preenche o olho. Depois de retirar o vítreo é possível realizar reparos no fundo do olho, como recolar a retina no caso de descolamento de retina, tratar hemorragias e outras possibilidades.
Como a retina é uma região muito sensível e importante para a visão, o procedimento precisa ser muito bem planejado e executado, visando o melhor resultado possível para o paciente.

Atualmente o procedimento é muito seguro e indolor, os equipamentos utilizados são modernos e precisos.
Porém ainda assim a cirurgia é desafiadora, porque a visualização da retina se dá através do uso de microscópios poderosos.
A Alcon está lançando um equipamento inovador chamado NGENUITY 3D, que permite realizar a cirurgia de Vitrectomia com visualização 3D através de uma tela de LCD de 60 polegadas , possibilitando maior precisão do procedimento, melhor ergonomia e um menor tempo de duração.
O Dr. Alexandre Grandinetti foi um dos primeiros oftalmologista do Brasil a receber treinamento do novo equipamento, num evento fechado que aconteceu na cidade de Fort Worth (EUA).
Além da visualização em 3D o

3D possibilita a visualização de outros tecidos com maior precisão.
Segundo o Dr. Alexandre Grandinetti o equipamento é realmente inovador, pois pode melhorar a visualização das estruturas dentro do olho e aumentar sua precisão, esses dois itens combinados promovem melhores resultados para o paciente.
Recentemente a SBRV (Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo) realizou uma pesquisa nas ruas incluindo as cinco regiões do Brasil, com o objetivo de coletar informações e informar a população sobre as doenças de retina. O objetivo desta ação foi alertar sobre os perigos relacionados com a retina e a diabetes.
Os dados coletados revelaram números preocupantes. Das 932 pessoas portadoras de diabetes entrevistadas, 62% informaram que não realizam acompanhamento com um especialista em retina e 69% afirmam desconhecer a retinopatia diabética.
O fato de 62% das pessoas não saberem que a diabetes afeta a visão é algo muito preocupante, porque segundo a OMS a retinopatia diabética (quando a diabetes atinge o olho) é a maior causa de cegueira em pessoas jovens no Mundo. O Dr. Alexandre Grandinetti explica que a doença atinge o fundo do olho (Retina), que é responsável pela visão, pois, é na retina que estão as células fotossensíveis, que captam a luz e transformam em impulsos elétricos, que o cérebro irá interpretar e formar a visão de fato. Qualquer doença que prejudique a retina é muito nociva e seus danos podem ser irreversíveis.
O Dr. Alexandre relata que a retinopatia diabética é uma doença silenciosa, ou seja, não apresenta sintomas em seus estágios inciais. Quando o paciente nota os primeiros sintomas, a doença pode estar em estágio avançado, já comprometendo a visão. Por isso é fundamental o acompanhamento com um médico oftalmologista.
O diagnóstico é feito com um exame simples chamado de MAPEAMENTO DE RETINA. O exame dura poucos minutos e é indolor. Uma vez diagnosticada a doença, podem ser necessários exames complementares para ter mais detalhes sobre o estado clinico do paciente. Neste caso, pode ser feito o exame de angiografia ocular, que irá determinar se existem hemorragias no fundo do olho, provocado pela retinopatia.
A retinopatia diabética consiste no acúmulo de materiais nos vasos sanguíneos presentes no fundo do olho — podendo levar ao enfraquecimento ou entupimento dos vasos sanguíneos. Uma vez que os vasos sanguíneos estejam entupidos e enfraquecidos pode ocorrer o rompimento, causando o vazamento de fluídos na retina e outras complicações, como a perda parcial ou total da visão.
A retinopatia diabética ocorre em dois estágios: não proliferativa e proliferativa.

Durante a fase não proliferativa, ocorre a vasão de fluídos na retina através dos vasos sanguíneos, gerando acúmulo de líquidos (edemas) e depósitos de gorduras e proteínas na retina (exsudatos). Os vasos sanguíneos da retina podem sangrar causando hemorragias intra-retinianas.
Se os líquidos se acumularem na região da mácula (região central da retina), ocorrerá um edema macular, causando alterações visuais graves e até mesmo a cegueira. O Edema Macular pode ocorrer tanto na fase não proliferativa quanto na fase proliferativa.
Na retinopatia diabética proliferativa ocorre a neovascularização (quando há o crescimento de vasos sanguíneos anormais). Estes vasos podem crescer em direção ao vítreo (o conteúdo gelatinoso do olho), causando o descolamento de retina, que pode levar à perda visual. Os vasos sanguíneos proliferativos também costumam se romper com facilidade, causando hemorragia vítrea, que pode causar diminuição visual. Além disso, em alguns casos, tecido fibroso cresce sobre os vasos sanguíneos anormais, causando distorções da visão.
Se houver a presença de edemas maculares durante a fase não proliferativa da doença, é necessário que haja tratamento para evitar o desenvolvimento da doença. Também é necessário que o paciente controle rigorosamente a glicemia (nível de açúcar no sangue), colesterol e pressão arterial.
Tratamento com laser
O tratamento dos edemas maculares na fase não proliferativa podem ser feitos com aplicação de laser. O tratamento com fotocoagulação a laser visa queimar as regiões da retina com vazamento. As queimaduras diminuem a quantidade de líquido na região central da retina e reduzem a velocidade do vazamento dos líquidos. O tratamento com laser geralmente é feito com uma única sessão. O tratamento com laser estabiliza a visão e reduz as chances de perda de visão em 50%, podendo ainda melhorar a visão nos casos de pacientes que já sofreram alterações visuais.

Injeções intravítreas
Dr. Alexandre Grandinetti oftalmologista especialista em retina explica que as injeções visam inibir o fator de crescimento vascular endotelial (VEGF) —, substância que estimula o crescimento dos neovasos (vasos sanguíneos anormais). As injeções são realizadas no centro cirúrgico com colírio anestésico e antisséptico para evitar infecção e diminuir o desconforto. O paciente poderá ir para casa no mesmo dia, podendo voltar às atividades normalmente logo após a aplicação.

O tratamento para a retinopatia diabética proliferativa é feito com aplicação de laser em toda a região periférica da retina conhecido como PANFOTOCOAGULAÇÃO, visando selar os vasos rompidos. Este procedimento melhora a circulação sanguínea e distribuição de oxigênio para as células da retina, impedindo o desenvolvimento da doença.
Conclusão
O tratamento para a retinopatia diabética só é eficaz se o paciente fizer o controle do diabetes. O Dr. Alexandre Grandinetti explica que se o paciente não faz o controle, com o tempo a retinopatia diabética pode voltar e atingir a visão de forma permanente. Os tratamentos mencionados conseguem bloquear o avanço da retinopatia e em muitos casos conseguem melhorar a visão, por isso é fundamental visitar o oftalmologista regularmente, visando prevenir ou diagnosticar precocemente a doença.
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O Dr. Alexandre Grandinetti participou em abril do Congresso de Retina FLORETINA, realizado em Florença, na Itália. O evento é um dos mais importantes do calendário da oftalmologia, e conta com a participação dos melhores especialistas em retina do mundo, apresentando cases e novidades. No evento deste ano cirurgias foram realizadas ao vivo.
Uma novidade apresentada foi NGENUITY® 3D da Alcon, um equipamento que permite a visualização da cirurgia da retina (Vitrectomia) em 3D. Com esta tecnologia, a precisão da cirurgia aumenta e o tempo do procedimento é reduzido, devido a facilidade de visualização para o cirurgião.
No evento, estiveram presentes várias personalidades da oftalmologia e médicos que ajudaram a melhorar a tecnologia, visando otimizar os resultados das cirurgias. Uma dessas pessoas é o Dr. Steve Charles, um dos pioneiros nas cirurgias de retina e a mente por trás do Constellation que é utilizado pelo Dr. Alexandre para realizar cirurgias na retina. O Dr. Charles participou do desenvolvimento do Constellation que foi uma inovação nas cirurgias de retina, pois aumentou significativamente a precisão e eficácia do procedimento. Para se ter uma ideia, o Constellation trabalha com 5.000 cortes por segundo, enquanto os equipamentos comuns trabalham com apenas 800 cortes por segundo, além de outras características importantes.

O Dr. Alexandre Grandinetti avaliou que o evento superou todas as expectativas, pois o conhecimento agregado no evento é fundamental para trazer para Curitiba o que há de mais moderno e inovador no tratamento das doenças da retina.
Nos dias 6 a 8 de abril foi realizado o 42º Congresso da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo no Rio de Janeiro. O evento é um dos mais importantes do calendário da oftalmologia do Brasil e o principal com o foco na especialidade de Retina e Vítreo.
Na ocasião o Dr. Alexandre Grandinetti apresentou um poster sobre o tratamento de injeções intraoculares em jovem paciente com Membrana Neovascular Coroideia Idiopática, discorrendo detalhadamente o histórico e os resultados obtidos.
Segundo a organização do evento foram mais de 1500 participantes entre brasileiros e estrangeiros. O programa do congresso contou com palestras nacionais e internacionais que colaboraram com a troca de experiência e atualização das principais novidades que acontecem no Mundo na especialidade de Retina e Vítreo.
Quando falamos de uma cirurgia no olho as pessoas demonstram certa preocupação. Isso porque o olho aparentemente é um órgão muito sensível e mesmo um pequeno cisco pode ocasionar um certo desconforto.
O que muitos não sabem é que a cirurgia de catarata é indolor. Devido aos modernos equipamentos utilizados e a habilidade do cirurgião, o procedimento não causa dor.
Também não é necessário anestesia ou sedação, basta um colírio anestésico para garantir o conforto do paciente para a realização da cirurgia.
Outro fator importante é que a cirurgia é rápida. O procedimento leva apenas alguns minutos, garantindo o conforto do paciente, em um procedimento completamente indolor.
Dr. Alexandre Grandinetti realizou mais de quatro mil cirurgias de catarata e retina nos últimos anos. Dr. Alexandre contribui ativamente no ensino da Oftalmologia aos Médicos Residentes do Hospital de Clínicas da UFPR e do Hospital de Olhos do Paraná.
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A catarata é uma doença que atinge pessoas com mais de 55 anos de idade. A doença provoca a opacidade do cristalino do olho, tornando a visão turva (embaçada), prejudicando a pessoa nas atividades diárias como ler, caminhar, dirigir, etc.
No Brasil estima-se que 500 mil pessoas são diagnosticadas anualmente com catarata e o número de casos tendem a aumentar, devido ao aumento da expectativa de vida das pessoas.
O único tratamento para a catarata é a cirurgia, na qual o cristalino do olho afetado pela catarata é removido e substituído por uma lente intraocular, com isso a catarata é totalmente curada.
O Dr. Alexandre Grandinetti explica que a cirurgia de catarata também pode corrigir os chamados erros refrativos (miopia, astigmatismo, hipermetropia e presbiopia), esse último conhecido como vista cansada, o uso das lentes intraoculares permite a correção do grau do olho e a independência dos óculos.
Depois da cirurgia o paciente poderá ter uma visão ainda melhor, pois com o uso de lentes modernas e de última geração a visão pode ficar mais nítida e colorida.