video do mes

Vídeo de cirurgia do Dr. Alexandre Grandinetti é destaque no EYETUBE plataforma mundial de vídeos médicos focados em oftalmologia.

O EYETUBE é primeira plataforma mundial focada em exibir vídeos de cirurgias e tratamentos oftalmológicos, produzidos por oftalmologistas do Mundo inteiro, vem tendo destaque no meio acadêmico e cientifico, devido a divulgação de técnicas de especialistas de vários países.

No mês de julho o Dr. Alexandre Grandinetti teve seu vídeo como DESTAQUE DO MÊS, sendo visualizado por milhares de médicos oftalmologistas.

video do mes

tratamento da dmri em curitiba

INJEÇÃO INTRAVÍTREA NO TRATAMENTO DA DMRI em CURITIBA

A Degeneração Macular Relacionada a Idade é uma doença que atinge pessoas com mais de 60 anos, podendo afetar a visão de forma permanente.

A expectativa de vida vem aumentando ano após ano, e hoje é comum chegar aos 80 ou 90 anos idade, com qualidade de vida e realizando plenamente suas atividades diárias.

A DMRI é uma doença que está relacionada justamente com o envelhecimento, sua prevalência é maior em pessoas com mais de 60 anos de idade, e acima dos 70 anos, pode atingir até 45% das pessoas.

É caracterizada pela presença de DRUSAS no fundo do olho, que são pequenos grânulos de material orgânico, que se acumulam ao longo do tempo, a medida que a quantidade aumenta começa a afetar a mácula, região responsável por nossa visão central, nitidez, detalhes e percepção de cores.

Existem dois tipos de DMRI:

DMRI tipo seca

Neste caso existe a presença de drusas na mácula, os exames de imagem apresentam uma coloração amarelada, com o tempo a Degeneração Macular Relacionada a Idade afeta a visão central, o tempo pode variar de pessoa para pessoa, e não existe um tratamento especifico, geralmente o médico especialista em retina acompanha o paciente, e quando necessário faz intervenções terapêuticas.

DMRI tipo úmida (Exsudativa)

Neste caso existe o surgimento de novos vasos sanguíneos na região da mácula, esses vasos crescem de forma desordenada e por serem finos e fracos, rompem-se facilmente causando micro hemorragias, que afetam as células da mácula e causam sua rápida degeneração, é uma forma mais agressiva da DMRI. Para este tipo de DMRI existe tratamento, o mais eficiente é aplicação de medicamentos diretamente no fundo do olho.

Como a DMRI  afeta nossa visão?

Até pouco tempo atrás não era possível melhorar a visão de pacientes com DMRI do tipo úmida, a forma mais severa da doença que afeta rapidamente a visão central, criando uma mancha escura.

A mácula é uma parte muito importante do nosso olho, nessa pequena região encontram-se milhares de células fotossensíveis que são responsáveis pela percepção de cores, de detalhes e nitidez dos objetos, como a DMRI afeta justamente a MÁCULA a dificuldade em enxergar é maior, porque nossa visão periférica não é tão boa, não percebemos isso porque na maior parte do tempo usamos nossa visão central, mas se notar, quando você está olhando para seu celular, tudo o que está em volta encontra-se fora de foco.

Como funciona a INJEÇÃO INTRAVÍTREA

No caso da DMRI Exsudativa (úmida) existe o crescimento desordenado de vasos sanguíneos, esse processo na verdade é natural de nosso organismo, chamado de ANGIOGENESE, que é o crescimento de vasos a partir dos que já existem, para que isso ocorra é necessário a ação do efeito VEGF (fator de crescimento endotelial) que irá desencadear o processo de aparecimento de vasos sanguíneos.

Esse mecanismo é muito útil para nosso organismo, quando sofremos um ferimento por exemplo novos vasos precisam ser formados para agilizar a cicatrização, mas quando isso ocorre de forma desordenada e sem equilíbrio pode causar vários problemas para nosso organismo.

A injeção intravítrea foi testada a partir de estudos realizados com pacientes portadores de câncer, os médicos cientistas descobriram medicamentos que bloqueiam a ação VEGF, assim impediam que os tumores continuassem a crescer.

Anos mais tarde médicos oftalmologistas começaram a testar os medicamentos ANTI VEGF no fundo do olho, na tentativa de impedir o crescimento de novos vasos sanguíneos, já que tecnicamente é o mesmo mecanismo em questão.

Os estudos deram certo e além de interromper o avanço da DMRI do tipo úmida, muitos pacientes relatavam que percebiam uma melhora na visão.

Hoje existem vários medicamentos diferentes que podem ser aplicados em pacientes com DMRI do tipo úmida, pois cada pessoa terá uma resposta para o tratamento, assim a escolha da medicação depende de cada caso clínico.

INJEÇÃO INTRAVÍTREA NO TRATAMENTO DA DMRI em CURITIBA

Para maiores informações sobre o tratamento da DMRI em Curitiba, entre em contato com Dr. Alexandre Grandinetti

medico especialista em doença de coats

Doença de Coats pode afetar crianças e levar a perda total da visão, entenda mais

Dr. Alexandre, oftalmologista de Curitiba, explica sobre a Doença de Coats. Um problema raro que afeta a visão das crianças, podendo inclusive levar a cegueira.

A visão é importante em todas as fases de nossas vidas, na infância e adolescência o organismo passa por diversas transformações, tanto no aspecto biológico quanto mental, todo esse processo é auxiliado com os sentidos, com nossa capacidade de observar o meio e moldar nosso comportamento, vendo o MUNDO a nossa volta.

Por isso lembranças dessa época são tão fortes e marcantes, porque muitas coisas vemos e sentimos pela primeira vez.

Sendo assim é muito importante realizar um acompanhamento com oftalmologista independente da idade, visto que doenças graves nos olhos também podem afetar crianças. Uma das doenças é conhecida como DOENÇAS DE COATS ou TELAMNGIECTASIA RETINIANA.

O olho é formado por várias partes e cada uma delas tem sua função especifica. A retina, por sua vez, fica localizada no fundo do olho e é responsável por captar os sinais luminosos que passam pelo cristalino, transformando-os em impulsos elétricos (nervo óptico) que serão levados e codificados pelo cérebro, formando de fato o que vemos. Todo esse processo é muito rápido e acontece o tempo todo, de forma sincronizada e funcional.
O tecido retiniano é muito sensível e composto por vários tipos de células, algumas muito especializadas e fotossensíveis, que tem a capacidade de captar a luz, um mecanismo realmente muito especial; outra característica marcante é a presença de pequenos vasos sanguíneos que irrigam a retina e provém nutrientes para seu correto funcionamento.

A doença de COATS por sua vez afeta justamente esses pequenos vasos sanguíneos, causando um desenvolvimento anormal desses vasos. Em nosso organismo existem mecanismos que regulam o crescimento dos vasos sanguíneos. Por isso, quando machucamos ou sofremos uma lesão, o corpo irá ajudar a restaurar os vasos rompidos para tudo voltar ao normal.

No entanto, quando esse processo chamado de ANGIOGENESE (crescimento de novos vasos sanguíneos a partir de vasos já existentes) tem um desequilíbrio, vasos novos crescem sem necessidade, e suas características são alteradas. São vasos mais finos e frágeis que se rompem com facilidade.

Com o tempo esses novos vasos se rompem e começam a acumular material celular dentro da retina, proteínas, lipídios, etc, afetando de forma negativa as células ali existentes. Conforme a doença avança, ela provoca alterações cada vez mais sérias na visão.

tratamento para doença de Coats

A doença de Coats se divide em 5 estágios:

Doença de Coats — Estágio inicial: crescimento anormal de vasos sanguíneos Telangiectasia;
Doença de Coats — Segundo estágio: Os vasos que cresceram se rompem provocando a exsudação, ou seja, vazamento de fluido e pequenas hemorragias no fundo do olho.
Doença de Coats — Terceiro estágio: com o rompimento dos vasos sanguíneos pode ocorrer o descolamento de retina, que é uma condição grave e precisa de tratamento imediato.
Doença de Coats — Quarto estágio: deslocamento total da retina com glaucoma, é uma condição gravíssima na qual o paciente perde a visão totalmente. O olho fica inutilizado e pode gerar inflamação, podendo ser necessária sua remoção.
Doença de Coats — Quinto estágio: Descolamento total da retina com outras complicações, glaucoma, hemorragia, rompimento do nervo óptico, catarata e perda da visão. Nem sempre o paciente sente dor e o olho poderá ser mantido e observado.

Esses estágios não seguem uma ordem cronológica exata, dependendo do paciente, ela pode avançar do estágio 1 para o quarto ou quinto, é uma forma didática de considerar o tratamento possível quando o caso do paciente é diagnosticado.

Quem pode ter a doença de Coats?

A doença de Coats pode afetar qualquer pessoa, não existe uma definição de características que predispõe o surgimento da doença, porém, é mais comum entre crianças entre 8 e 10 anos.

Quais sãos os sintomas que os pais precisam observar:

• Estrabismo;
• Presença de uma película esbranquiçada atrás da lente do olho;
• Diminuição da percepção de profundidade;
• Redução da visão;

A medida que a doença avança ela apresenta outros sintomas:

• Coloração avermelhada na íris;
• Vermelhidão constante do olho;
• Catarata;
• Glaucoma;
• Descolamento da retina;
• Flashes na visão;
• Perda da visão;

Como é feito o diagnóstico da Doença de Coats?

O diagnóstico é realizado por oftalmologista que irá avaliar as estruturas do fundo do olho, num exame de rotina conhecido como MAPEAMENTO DE RETINA, muitas vezes são necessários outros exames para confirmar o diagnóstico e definir com clareza o estágio da doença e seu tratamento.

doença de coats diagnostico e tratamento

Para maiores informações, entre em contato com Dr. Alexandre Grandinetti, médico especialista em doenças de Retina. Whatsapp: (41) 9 9173-2025 / Telefone: (41) 3310 4240 – Curitiba PR