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Descolamento de Retina em Crianças – Tratamento em Curitiba

Segundo pesquisas, no Brasil, uma em cada dez mil pessoas tem descolamento de retina (DR). A doença é mais comum em adultos, idosos, pessoas míopes ou em pessoas que tem histórico familiar do problema. Ele pode também afetar as crianças e sua consequências pode ser muitos graves pois em geral o diagnóstico é feito tardiamente. Quanto antes o DR é tratado, tratado, maiores são as chances de recuperação da visão.

Segundo Dr.Alexandre Grandinetti a retina é um tecido muito fino e sensível que reveste o interior do olho. Sua função é transformar o estímulo luminoso em um estímulo nervoso e leva-lo ao cérebro onde a imagem será formada. O deslocamento de retina acontece quando uma parte ou toda a retina se desprende da região posterior do olho. Isso ocorre quando o vítreo (gel compacto que fica contido dentro do olho) se separa da retina. Esse processo pode ocorrer devido ao envelhecimento, traumatismos ou por predisposição genética. O deslocamento do vítreo pode rasgar a retina, de modo que ele possa infiltrar-se por debaixo dela e causar o descolamento.

Inicialmente o paciente verá luzes piscando e flutuando, o que indica a separação do vítreo, já quando o paciente vê uma sombra ou cortina, isso indica que houve um rasgo na retina e consequentemente um deslocamento. Nos dois casos o oftalmologista deve ser procurado imediatamente. Se o exame oftalmológico for feito logo no início, poderá ser detectado apenas buracos na retina antes que ocorra o descolamento e os buracos podem ser fechados com laser e impedir o descolamento.

Cirurgia

Existem várias opções de tratamento, no entanto, o objetivo é o mesmo: encontrar os rasgos ou buracos na retina e protegê-los.

A vitrectomia é uma das cirurgiasmais usada em casos complexos. Nela o vítreo é retirado e é realizado laser ao redor do rasgo da retina, sendo adicionado um tipo de gás ou óleo de silicone dentro do olho ao final da cirurgia.

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Atualmente cerca de 90% dos pacientes tem sucesso no tratamento, contudo, pode ser necessária uma segunda intervenção. No entanto, o resultado final pode demorar meses e existe o risco de o tratamento falhar e a visão ser perdida.

Quando o tratamento ocorre antes de ocorrer o deslocamento total da retina os resultados são melhores. Por isso, é essencial procurar um médico assim que aparecerem os sintomas, além de consultar um oftalmologista frequentemente.

Tratamento de Descolamento de Retina em Curitiba

Dr. Alexandre Grandinetti realizou mais de quatro mil cirurgias de retina e catarata nos últimos anos. Dr. Alexandre contribui ativamente no ensino da Oftalmologia aos Médicos Residentes do Hospital de Clínicas da UFPR e do Hospital de Olhos do Paraná.

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Endereço: Rua Coronel Dulcídio, 199 – Batel – Curitiba PR

 

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Tratamento Doença de Coats em Curitiba

É uma doença caracterizada pela dilatação dos vasos que irrigam a retina, o que faz com que o soro sanguíneo extravase para a região traseira do olho, fazendo com que a retina fique edemaciada e com risco de descolar totalmente ou parcialmente. A patologia é geralmente unilateral (afeta apenas um olho), isolada e atinge principalmente meninos. A etiologia da doença ainda é desconhecida, no entanto, sabe-se que não é hereditária.

Os sintomas costumam surgir entre os 6 e 8 anos, porém, ela pode aparecer em crianças menores e até mesmo em adultos em alguns casos. O desenvolvimento é lento e progressivo, por isso é importante que ocorra o diagnóstico precoce para que haja tratamento e não ocorra perda da visão. Se o tratamento não for feito logo no início da patologia pode haver perda total da visão.

O objetivo do tratamento é o encerramento dos vasos danificados, de modo que a resolução da exsudação e deslocamento da retina seja facilitada. Os tratamentos iniciais utilizam crioterapia e terapia com laser. Já em casos mais graves são necessárias técnicas cirúrgicas de retinopexia, as mais comuns são avitrectomia de pars plana, remoção de membranas  eintroflexãoescleral. Aproximadamente 70% dos casos obtêm melhora clínica ou estabilização da doença.

Segundo o Dr. Alexandre Grandinetti a evolução da doença de Coats se classifica em 5 estágios:

  • Teliangectasiaretiniana: nesse estágio apenas os vasos estão afetados e ainda há grandes chances de o tratamento ter sucesso.
  • Teliangectasia e exudação: ocorre edema da retina devido a dilatação dos vasos. O tratamento nesse estágio também oferece boa probabilidade de recuperação.
  • Descolamento exsudativo da retina: nessa fase o tratamento pode necessitar de cirurgia.
  • Descolamento total da retina e glaucoma: nesse estágio, para aliviar a dor forte é necessário fazer a enucleação (retirada do globo ocular).
  • Fase final da doença: nesta fase não é necessário tratamento agressivopois o paciente não sente dor e já está completamente cego do olho afetado.

Na doença de Coats o diagnóstico precoce é essencial, porém, isto tem se mostrado um grande desafio, pois os pacientes normalmente são crianças, e estas muitas vezes tem dificuldade de expressar seus sintomas, devido a isso o teste do olhinho e exames de rotina na infância são fundamentais e devem estar presentes na rotina dos profissionais da saúde.

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