Vitrectomia 3D em Curitiba – Dr. Alexandre Grandinetti participa de treinamento do equipamento NGENUITY 3D 3

Vitrectomia 3D em Curitiba – Dr. Alexandre Grandinetti participa de treinamento do equipamento NGENUITY 3D

 

A vitrectomia é um procedimento cirúrgico realizado em casos graves de doenças na retina e traumas oculares como o DESCOLAMENTO DA RETINA. O procedimento consiste na remoção de parte ou de todo o vítreo, um fluido gelatinoso que preenche o olho. Depois de retirar o vítreo é possível realizar reparos no fundo do olho, como recolar a retina no caso de descolamento de retina, tratar hemorragias e outras possibilidades.
Como a retina é uma região muito sensível e importante para a visão, o procedimento precisa ser muito bem planejado e executado, visando o melhor resultado possível para o paciente.

Vitrectomia 3D em Curitiba – Dr. Alexandre Grandinetti participa de treinamento do equipamento NGENUITY 3D 2
Atualmente o procedimento é muito seguro e indolor, os equipamentos utilizados são modernos e precisos.
Porém ainda assim a cirurgia é desafiadora, porque a visualização da retina se dá através do uso de microscópios poderosos.
A Alcon está lançando um equipamento inovador chamado NGENUITY 3D, que permite realizar a cirurgia de Vitrectomia com visualização 3D através de uma tela de LCD de 60 polegadas , possibilitando maior precisão do procedimento, melhor ergonomia e um menor tempo de duração.
O Dr. Alexandre Grandinetti foi um dos primeiros oftalmologista do Brasil a receber treinamento do novo equipamento, num evento fechado que aconteceu na cidade de Fort Worth (EUA).
Além da visualização em 3D o

Vitrectomia 3D - Detalhe do novo equipamento da Alcon NGENUITY
Vitrectomia 3D – Detalhe do novo equipamento da Alcon NGENUITY

3D possibilita a visualização de outros tecidos com maior precisão.

 

 

Segundo o Dr. Alexandre Grandinetti o equipamento é realmente inovador, pois pode melhorar a visualização das estruturas dentro do olho e aumentar sua precisão, esses dois itens combinados promovem melhores resultados para o paciente.

diabetes pode causar cegueira

Diabetes e a Retinopatia Diabética — Números que preocupam

Recentemente a SBRV (Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo) realizou uma pesquisa nas ruas incluindo as cinco regiões do Brasil, com o objetivo de coletar informações e informar a população sobre as doenças de retina. O objetivo desta ação foi alertar sobre os perigos relacionados com a retina e a diabetes.

Os dados coletados revelaram números preocupantes. Das 932 pessoas portadoras de diabetes entrevistadas, 62% informaram que não realizam acompanhamento com um especialista em retina e 69% afirmam desconhecer a retinopatia diabética.

O fato de 62% das pessoas não saberem que a diabetes afeta a visão é algo muito preocupante, porque segundo a OMS a retinopatia diabética (quando a diabetes atinge o olho) é a maior causa de cegueira em pessoas jovens no Mundo. O Dr. Alexandre Grandinetti explica que a doença atinge o fundo do olho (Retina), que é responsável pela visão, pois, é na retina que estão as células fotossensíveis, que captam a luz e transformam em impulsos elétricos, que o cérebro irá interpretar e formar a visão de fato. Qualquer doença que prejudique a retina é muito nociva e seus danos podem ser irreversíveis.

O Dr. Alexandre relata que a retinopatia diabética é uma doença silenciosa, ou seja, não apresenta sintomas em seus estágios inciais. Quando o paciente nota os primeiros sintomas, a doença pode estar em estágio avançado, já comprometendo a visão. Por isso é fundamental o acompanhamento com um médico oftalmologista.

O diagnóstico é feito com um exame simples chamado de MAPEAMENTO DE RETINA. O exame dura poucos minutos e é indolor. Uma vez diagnosticada a doença, podem ser necessários exames complementares para ter mais detalhes sobre o estado clinico do paciente. Neste caso, pode ser feito o exame de angiografia ocular, que irá determinar se existem hemorragias no fundo do olho, provocado pela retinopatia.

Entenda mais sobre a Retinopatia Diabética e seus tipos

A retinopatia diabética consiste no acúmulo de materiais nos vasos sanguíneos presentes no fundo do olho — podendo levar ao enfraquecimento ou entupimento dos vasos sanguíneos. Uma vez que os vasos sanguíneos estejam entupidos e enfraquecidos pode ocorrer o rompimento, causando o vazamento de fluídos na retina e outras complicações, como a perda parcial ou total da visão.

A retinopatia diabética ocorre em dois estágios: não proliferativa e proliferativa.

retinopatia diabetica tratamento em curitiba

Durante a fase não proliferativa, ocorre a vasão de fluídos na retina através dos vasos sanguíneos, gerando acúmulo de líquidos (edemas) e depósitos de gorduras e proteínas na retina (exsudatos). Os vasos sanguíneos da retina podem sangrar causando hemorragias intra-retinianas.

Se os líquidos se acumularem na região da mácula (região central da retina), ocorrerá um edema macular, causando alterações visuais graves e até mesmo a cegueira. O Edema Macular pode ocorrer tanto na fase não proliferativa quanto na fase proliferativa.

Na retinopatia diabética proliferativa ocorre a neovascularização (quando há o crescimento de vasos sanguíneos anormais). Estes vasos podem crescer em direção ao vítreo (o conteúdo gelatinoso do olho), causando o descolamento de retina, que pode levar à perda visual. Os vasos sanguíneos proliferativos também costumam se romper com facilidade, causando hemorragia vítrea, que pode causar diminuição visual. Além disso, em alguns casos, tecido fibroso cresce sobre os vasos sanguíneos anormais, causando distorções da visão.

Tratamentos para a Retinopatia Diabética não proliferativa

Se houver a presença de edemas maculares durante a fase não proliferativa da doença, é necessário que haja tratamento para evitar o desenvolvimento da doença. Também é necessário que o paciente controle rigorosamente a glicemia (nível de açúcar no sangue), colesterol e pressão arterial.

Tratamento com laser

O tratamento dos edemas maculares na fase não proliferativa podem ser feitos com aplicação de laser. O tratamento com fotocoagulação a laser visa queimar as regiões da retina com vazamento. As queimaduras diminuem a quantidade de líquido na região central da retina e reduzem a velocidade do vazamento dos líquidos. O tratamento com laser geralmente é feito com uma única sessão. O tratamento com laser estabiliza a visão e reduz as chances de perda de visão em 50%, podendo ainda melhorar a visão nos casos de pacientes que já sofreram alterações visuais.

fotocoagulação a laser da retina

Injeções intravítreas

Dr. Alexandre Grandinetti oftalmologista especialista em retina explica que as injeções visam inibir o fator de crescimento vascular endotelial (VEGF) —, substância que estimula o crescimento dos neovasos (vasos sanguíneos anormais). As injeções são realizadas no centro cirúrgico com colírio anestésico e antisséptico para evitar infecção e diminuir o desconforto. O paciente poderá ir para casa no mesmo dia, podendo voltar às atividades normalmente logo após a aplicação.

injeção intravitrea para edema macular de retina

Tratamento da Retinopatia Diabética Proliferativa

O tratamento para a retinopatia diabética proliferativa é feito com aplicação de laser em toda a região periférica da retina conhecido como PANFOTOCOAGULAÇÃO, visando selar os vasos rompidos. Este procedimento melhora a circulação sanguínea e distribuição de oxigênio para as células da retina, impedindo o desenvolvimento da doença.

Conclusão

O tratamento para a retinopatia diabética só é eficaz se o paciente fizer o controle do diabetes. O Dr. Alexandre Grandinetti explica que se o paciente não faz o controle, com o tempo a retinopatia diabética pode voltar e atingir a visão de forma permanente. Os tratamentos mencionados conseguem bloquear o avanço da retinopatia e em muitos casos conseguem melhorar a visão, por isso é fundamental visitar o oftalmologista regularmente, visando prevenir ou diagnosticar precocemente a doença.

Para maiores informações agende seu horário:

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